quarta-feira, 30 de março de 2011

Carro furtado e sem rodas encontrado em galpão


Uma informação anônima de que poderia haver um veículo furtado em um galpão localizado na Estrada da Ilha, no Distrito Industrial, acabou se confirmando.

No final da tarde terça-feira (29), policiais militares da 2ª Companhia do 8º Batalhão foram averiguar a suspeita e avistaram no interior do referido galpão um veículo Citroen de placas MCH-0866 de Joinville, sem as rodas e cuja placa acusava registro de furto.

O local estava abandonado, mas o veículo destravado, sendo encontrado em seu interior vários documentos do Citroen e um carregador de arma de fogo, municiado com sete projeteis calibre 22. Diante das evidências, o veículo foi apreendido e levado à Delegacia Central de Polícia Civil.

Joinville receberá indústria de grãos de grande porte

Auto intitulada maior empresa de desenvolvimento de tecnologias para industrialização de grãos do mundo, a Buhler anunciou que instalará uma unidade produtiva em Joinville no ano que vem. Ela terá foco na fabricação de máquinas para o beneficiamento de grãos, o manuseio de grãos e a produção de óleo vegetal. Além da demanda nacional, a fábrica exportará cerca de 40% dos equipamentos produzidos para outros países, sendo que desse volume, 85% irão para a América do Sul e 15% irão para a América do Norte.

O investimento total será de R$ 10 milhões, sendo a fábrica brasileira será a segunda de grande porte no continente americano, perdendo apenas para a unidade situada nos Estados Unidos. Segundo Roger Fisher, diretor-financeiro da Buhler, a companhia definiu o Brasil como matriz oficial para toda a América Latina devido à consolidação do mercado brasileiro de grãos.

Em 2010, as vendas de máquinas para processamento de grãos responderam por 64% do faturamento da subsidiária brasileira, que foi de R$ 120 milhões, o maior em toda a América do Sul. Hoje, a Buhler Brasil já responde por quase 9% do faturamento global, que foi de R$ 3,27 bilhões. Para 2011, a meta é crescer 10% e, a partir de 2012, aumentar as projeções gradativamente.

"Estávamos estudando diversas localidades pelo mundo para a nova fábrica e o Brasil é a nossa escolha por diversas razões. Em 2010, por exemplo, o país quebrou o recorde de consumo de 4,7 quilos per capita de café. Isso não acontecia há quase cinco décadas. Aqui já é o centro de produção de muitos grãos, como a soja", afirma Fischer.

O diretor financeiro da Buhler aponta ainda que: "Além disso, as constantes safras recordes de grãos em geral estão criando uma tendência: não se consegue estocar tudo que se consome, por isso, para que não se tenha desperdício da produção, parte do mercado está industrializando os grãos e criando mecanismos para capitalizar de maneiras diferentes a sua produção".

Além da nova fábrica em Joinville, a Buhler também inaugurará neste mês uma unidade específica para assistência técnica em Rondonópolis, no Mato Groso, que atenderá exclusivamente empresas fabricantes de óleos e rações animais a partir de grãos de toda a região Centro-Oeste. A equipe Buhler será composta por cinco especialistas em processamento de grãos, que farão um atendimento mais customizado aos clientes.

"Com isso, queremos estar perto do cliente e criar a melhor solução para a sua necessidade. Atuamos em um mercado e com uma tecnologia que não são comuns. As máquinas e soluções que desenvolvemos não são geradas em uma plataforma padrão, tampouco via pedido. Cada caso é um caso, por isso da importância de estarmos em contato constante com quem fazemos negócio", completa o executivo.

com informações da assessoria de imprensa

Placas ainda indicam caminho de museu fechado

Placas indicam caminho ao museu. foto: Paulo Caetano

DINILSON VIEIRA
dinilson@gazetadejoinville.com.br

O Museu da Bicicleta de Joinville está fechado desde março de 2010, decisão tomada logo após o telhado do prédio desabar, mas o visitante que desconhece a informação pode acreditar que a atração continua aberta ao público. A razão é que as placas indicando o caminho do museu ainda estão espalhadas pela cidade, principalmente na região central.

Um exemplo é a placa aérea disposta na rua Ministro Calógeras, altura da rua Pernambuco. A Ministro é uma via de grande movimentação de veículos. Portanto, a placa dificilmente passa despercebida. Se algum motorista levar a placa a sério, vai confirmar que o museu fechou as portas e que o local, onde funcionava a antiga estação de cargas, começa a dar sinais de degradação, com lixo acumulado e pichações na fachada em frente à avenida Getúlio Vargas.

Museu continua fechado e mal cuidado. foto: Paulo Caetano

“Até hoje não entendi porque fecharam um museu tão interessante”, afirma o aposentado José Alves dos Santos, que mora nas imediações. A assessoria de imprensa da Fundação Cultural de Joinville, mantenedora do espaço Estação da Memória e do ex-Museu da Bicicleta, informou que o local recebe manutenção semanal, principalmente nos dias que antecedem o evento Sábado na Estação.

Segundo a assessoria, a comunidade também precisa colaborar na conservação do local. A decisão de fechar o museu foi tomada de forma unilateral pela Fundação.

terça-feira, 29 de março de 2011

Lama volta a causar medo em moradores do Costa e Silva

fotos: Kamel Filho

RENATO CÉSAR RIBEIRO
renato@gazetadejoinville.com.br

Certas pessoas são obrigadas a conviver com o medo diariamente. É normal que isso aconteça com profissionais como policiais e bombeiros. Porém, quando o medo passa a fazer parte de seu dia-a-dia em sua casa, transpõe qualquer normalidade. É isso que está acontecendo com a técnica de enfermagem Luzia Bertotti Maes, 30 anos, suas filhas e seu marido, moradores da rua Souza Lobo, uma lateral da Ruy Barbosa, no bairro Costa e Silva.

No caso de Luzia, um paredão de terra de 10 metros de altura com 30 metros de comprimento ameaça desbancar em sua casa comprada há sete anos. Com as chuvas de 20 de janeiro de 2011, a massa composta por um terreno arenoso caiu trazendo árvores e mato diminuindo para menos de 1 metro de distância da construção o que antes se encontrava a 10 metros. Condição essa posta em janeiro de 2009 após os desabamentos de novembro de 2008.

Naquela ocasião, a prefeitura recém dominada pelo atual prefeito Carlito Merss (PT) apenas operacionalizou o que havia sido organizado pelo antigo ocupante do cargo. Foi retirada a quantidade de terra com cerca de 400 "carradas", ou seja, o volume de material encheu ao redor de 400 caminhões. Porém, nada foi feito para evitar novos desabamentos. De acordo com Luzia, a máquina passou oito dias trabalhando para terminar o serviço.

Com a retirada do material, o morro ficou "pelado" e um murro de contenção de arrimo deveria ter sido construído. Como o total da obra ultrapassa os R$ 100 mil, Luzia e seu marido, o desenhista têxtil Sidnei Marcelo Maes, 41 anos, não tem condições financeiras para pagar.

A moradora diz que o terreno desbarrancando é da prefeitura e ela deveria realizar essa solução. Existe um projeto da Azimute Consultoria e Projetos de Engenharia para resolver a situação, mas Luzia não consegue tirá-lo do papel.

Ela procurou a Defesa Civil, que confirmou o risco constante, segundo o coordenador Márnio Luiz Pereira. "Falta a prefeitura entrar com os recursos porque nós não temos como arcar com esse custo", diz a técnica de enfermagem. Segundo ela, são dez terrenos na cidade nessa condição. Existem projetos para quatro, mas nenhum teria sido realizado até o momento.

Existe alto risco da lama chegar a entrar na cozinha

Marido tenta retirar lama com carrinho de mão

Como a prefeitura não tem feito nada para resolver o problema, Sidnei tem tirado manualmente com um carrinho de mão a lama que desce. Ele faz esse serviço nos finais de semana quando lhe sobra um tempo. Além disso, o muro quebrado em 2009 pelo poder público municipal para tirar a terra não foi reconstruído por ele. A própria família teve de arcar com os custos da murada.

"Dentro desse mato vem muita água. A gente já viu tanta avalanche... Estamos aprisionados dentro da própria casa", suspira. Uma de suas filhas, Emily Maes, 12 anos, lembra que era "só lama pura que entrava dentro de casa". Até hoje, Luzia chama-as para dormir na sala, que fica longe do monte de terra, quando chove, com medo de que algo mais grave aconteça. Com a experiência já adquirida, ela avalia que serão necessários 300 "carradas" para retirar o que caiu em janeiro de 2011.

No tempo compreendido entre os dois deslizamentos, Luzia entrou em contato com a prefeitura várias vezes para que o muro de contenção fosse construído, mas não conseguiu. Sidnei tentou até fazer um muro com madeiras, mas não adiantou nada. Também foi tentado colocar grossos canos, mas eles entupiram.

"Estamos largados às traças. O bairro está parado. Não temos nem boca de lobo na rua. A lama estraga e entope a rua", denuncia. Segundo ela, o problema é que o antigo morador abaixou demais o terreno. "Isso é tudo que temos, mas não podemos parar a vida", relata Luzia. Nesse tempo, ela procurou a Unidade de Patrimônio através de Adilson Girardi e também o secretário regional do Costa e Silva, Pedro Campos, além da própria Secretaria de Infraestrutura (Seinfra).

Quando a Gazeta de Joinville entrou em contato com a Unidade de Patrimônio, a Secretaria Regional do Costa e Silva e a Seinfra, não havia ninguém trabalhando em plena tarde de terça-feira (29).

Dupla é presa após tentativa de assalto

Ao entrar em casa no bairro Guanabara na manhã desta terça-feira (29), logo após fazer um saque numa agência bancária no bairro Iririú, um homem, cuja identidade foi mantida em sigilo, acabou abordado por um desconhecido armado. A vítima entrou em luta corporal com o assaltante, que se identificou como policial, exibindo uma carteira com o emblema da Justiça Federal. A vítima não acreditou e expulsou o homem, mesmo armado.

De acordo com informações da Polícia Militar, o criminoso disse que iria até a “viatura” para chamar seu parceiro. Nesse instante a vítima correu e ligou para o 190, relatando o fato. Neste intervalo, o falso policial federal e seu comparsa fugiram em um Kadett de cor amarela, sentido BR-101.

Viaturas da PM, com o apoio do helicóptero Águia e a Polícia Rodoviária Federal iniciaram uma perseguira. O Kadett foi localizado na altura do bairro Vila Nova, em alta velocidade na BR-101. Após quase atropelar um transeunte, o Kadett ficou sem controle e caiu em uma valeta. Os dois ocupantes foram detidos e identificados como Eunício da Silva Lima, 54 anos, e Heverton Ricardo Anacleto da Silva, de 21.

No veículo foi encontrado pouco mais de R$ 3.200,00 em espécie, outros objetos e um revólver calibre 38 com quatro munições intactas e uma deflagrada, jogado na valeta. A dupla foi presa em flagrante na Delegacia Central de Polícia Civil.

Duas pessoas caem no rio Cachoeira

foto: Eberson Theodoro

Jacson Almeida
jacson@gazetadejoinville.com.br

Um automóvel Vectra caiu dentro do rio Cachoeira, na avenida José Vieira (Beira-rio), em frente à Prefeitura de Joinville, na manhã de terça-feira (29). Os dois ocupantes do veículo sofreram apenas ferimentos leves.

O mecânico Rafael Dolçan, de 28 anos, conseguiu sair sozinho antes de o carro afundar. Já seu tio, Sérgio Luís Kriquel Doerffel, de 48 anos, foi resgatado por uma testemunha.

De acordo com Sena Rosa, de 55 anos, que testemunhou o acidente, o veículo vinha em alta velocidade e arrancou uma árvore antes de cair no Cachoeira. “Em 30 segundos o carro afundou”, diz.

Rafael, dono do carro e que estava de carona, conta que o tio jogou o Vectra no rio. Segundo ele, Sérgio sofre de depressão. “Ele disse: entra no carro ou eu me mato sozinho”, relatou Rafael. Próximo ao Mercado Municipal o motorista começou a andar rápido e furar os semáforos.

O guincho conseguiu retirar o veículo somente à tarde, quando a maré baixou.

Buracos deixam trânsito perigoso na Minas Gerais

foto: Paulo Caetano

DINILSON VIEIRA
dinilson@gazetadejoinville.com.br

Principal via de acesso para quem deseja chegar aos bairros Nova Brasília e Morro do Meio, a rua Minas Gerais continua oferecendo perigo aos motoristas em razão dos buracos que surgem principalmente após alguma chuva forte. Para piorar a situação, os reparos demoram a ser feitos pela administração municipal.

Em frente ao número 4.832, no Morro do Meio, duas pequenas crateras estão tirando o sossego dos motoristas. O perigo é maior para quem trafega no sentido centro, pois pode se defrontar com um veículo cujo motorista, na direção contrária, faça uma manobra repentina para escapar dos buracos. Nesse caso, um acidente pode ser inevitável, pois não há acostamento de fuga.

Na tentativa de alertar os motoristas, um morador local sinalizou um dos buracos com galhos de árvores. “Ninguém merece uma avenida tão perigosa como essa”, afirmou o motorista de caminhão João Cícero Fernandes. O aposentado Alcides Amarantes, que reside em frente ao problema, afirmou que já presenciou batidas entre veículos na proximidade, mas em razão de problemas anteriores. “Essa rua é vista com muito descaso”, declarou ele.

Nesta terça-feira (29), o secretário regional do Nova Brasília, Valério Schiochet, que também responde pelo Morro do Meio, recebeu a reclamação da reportagem da Gazeta de Joinville e imediatamente acionou uma equipe para verificar o problema. “Vamos ao local hoje mesmo”, disse o secretário.

Homem é preso enquanto arrombava caixa eletrônico no Boa Vista

Policiais militares estavam em rondas no domingo, 27 de março de 2011 à tarde, na Rua Albano Schmidt, no Boa Vista, por volta das 18h30min quando foram comunicados por um transeunte que a agência da Coopercred, na mesma via, estava sendo arrombada.

A viatura chegou ao local e flagrou um homem dentro da agência, com um maçarico ligado cortando o caixa eletrônico. O homem foi imediatamente detido e identificado como Saimon Oliveira Magalhães, de 25 anos, que já possuía antecedentes criminais por furto e roubo.

Com ele, foram apreendidos o maçarico, um botijão de gás e um pé de cabra. Diante dos fatos foi dada voz de prisão ao mesmo, que foi levado a Central de Polícia juntamente com o material apreendido.

informações da PM

PM prorroga prazo de inscrição para concurso público

Foram prorrogadas até 8 de abril de 2011 as inscrições para o processo seletivo da Polícia Militar de Santa Catarina. As vagas são para serviço na Corporação, na função de Agente Temporário. Os aprovados trabalharão na Central Regional de Emergência, que contempla a PM, o Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O candidato deve ter segundo grau completo e não possuir antecedentes criminais. O turno de serviço será de 6 horas.

Em Joinville, estão abertas 12 vagas, número menor apenas que o de Florianópolis, onde serão chamados 18 novos profissionais. Nas cidades próximas a Joinville, para Jaraguá do Sul são três postos abertos, em Blumenau são 10 e em Balneário Camboriú, 12. O horário para fazer as inscrições é das 13 às 19 horas. A prova teórica está marcada para o dia 24 de abril.

A taxa de inscrição é de R$ 40,00. Em Joinville, a inscrição deve ser feita na sede do 8º Batalhão da Polícia Militar na rua Aquidaban, 75, bairro Glória. O telefone é (47) 3431-8700.

Mais informações no link http://www.pm.sc.gov.br/website/redir.php?act=1&id=9622
e também no edital inicial http://www.pm.sc.gov.br/website/redir.php?act=1&id=9307

segunda-feira, 28 de março de 2011

Descaso com asfalto faz morador organizar 2º abaixo-assinado


DINILSON VIEIRA
dinilson@gazetadejoinville.com.br

Indignados com as promessas não cumpridas pela Prefeitura em concluir a pavimentação da rua João Dippe, no bairro Iririú, moradores organizam uma segunda pré-adesão ao asfalto para pressionar a administração a tirar a obra do papel para melhorar o trânsito e oferecer segurança aos pedestres. O trecho sem asfalto tem aproximadamente mil metros, mas o ponto mais crítico é um aclive de cerca de 300 metros em que veículos não conseguem subir após qualquer chuva em razão dos buracos que se formam no saibro depositado regularmente pela Secretaria Regional local.

O responsável pela atual pré-adesão é Luciano Santos, morador da casa 484. “Em um balanço divulgado pela administração passada, constava que rua inteira estava asfaltada, o que não é verdade. Nessa nova lista de nomes, apenas uma moradora disse não ao asfalto porque seu terreno tem 25 metros de frente e ela acredita que não poderá pagar pela obra. Já nos prometeram o asfalto algumas vezes”, afirmou Luciano.

Uma das recentes vítimas da falta de pavimentação é a dona de casa Yolanda Wolff de Jesus, 75 anos, moradora da casa 380. Há oito dias, ao tentar descer a rua para ir a um supermercado, ela escorregou nas pedras e sofreu diversas escoriações pelo corpo. “Fui parar no hospital. Agora uso uma vassoura como bengala, se quiser sair de casa”, afirmou ela, que mora há 25 anos no local e é favorável ao asfalto ou pavimentação com blocos sextavados. “O que vier será melhor do que está”.

Além da pavimentação do trecho de mil metros, os moradores reivindicam a mesma obra na rua Servidão São Afonso Rodrigues, onde há sete casas. A via serve de caminho entre a rua Piratuba, uma das principais do Iririú, e a própria João Dippe. De acordo com Luciano, foi o secretário regional do Iririú, Arildo César dos Santos, que orientou a organizar a lista de quem é favorável à obra. “Caso haja adesão de pelo menos 75% dos moradores, o secretário afirmou que a obra poderá finalmente sair do papel, após a rede de água pluvial for implantada”, disse o morador.

O secretário foi procurado, mas não foi encontrado pela reportagem. No entanto, a secretaria confirmou que está havendo diálogo entre administração e moradores.

Feto é encontrado no Distrito Industrial

Após denúncia, policiais militares encontraram um feto de aproximadamente 4 meses sob uma ponte do rio Piraí na Rodovia SC-413. O feto estava em uma sacola plástica, o Instituto Geral de Perícias (IGP) foi acionado e assumiu a ocorrência no local.

Homem foge de blitz da PM com carro roubado e acaba preso

fotos: Paulo Caetano

RENATO CÉSAR RIBEIRO
renato@gazetadejoinville.com.br

Robson Marcelo Carvalho, de 28 anos, foi preso na manhã dessa segunda-feira, 28 de março de 2011, após furtar um carro e tentar fugir de uma blitz da Polícia Militar do 8º Batalhão na rua Morro do Ouro no Bucarein. Na mesma manhã, ele teria furtado o Marajó branco, com placas AIE 9732 de Corupá, no mesmo bairro. Ao passar pela barreira policial, por volta das 10 horas, tentou desviar e evadiu. Uma viatura o perseguiu até a Gastão Vidigal onde conseguiu capturá-lo.

Robson já tem passagem criminal por furto de veículo na cidade de Itajaí. Estava em liberdade provisória desde 2008 e foi remanejado daquele município para Joinville. Enquanto o suspeito furtava o veículo, proprietário estava em uma obra por perto.

"O objetivo do comandante é diminuir ao máximo esse tipo de delito, visa coibir furtos", disse o tenente Silvy. A Polícia Militar está realizando uma operação em que são feitas barreiras em horários e locais variados de manhã, à tarde e à noite.

sábado, 26 de março de 2011

No desespero, mulher faz refém depois de ser demitida

No início da manhã dessa sexta-feira, 25 de março de 2011, uma mulher pegou uma faca de cozinha e fez uma funcionária refém ao ser demitida de uma empresa que fabrica caixas metálicas na rua Dorothovio do Nascimento no Distrito Industrial. Quando recebeu a carta de demissão, Antonia Osmaurila de Andrade, 28 anos, arrastou outra mulher para o banheiro e a ameaçou de morte caso o patrão não voltasse atrás na decisão de mandá-la embora.

Policiais militares do 8º Batalhão foram chamados para o local e começaram a negociação com a ex-funcionária, para que se entregasse e libertasse a refém. Após muito diálogo, a ex-funcionária abriu a porta para continuar a negociação, mas os policiais militares utilizaram das técnicas de imobilização para rapidamente desarmar e deter Antonia, libertando a refém de 30 anos sem que ninguém saísse ferido.

Diante dos fatos foi dada voz de prisão a Antônia, que foi levada a Central de Polícia juntamente com a vítima e as testemunhas.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Homem é esfaqueado e vai para o Hospital São José

Nessa madrugada dessa sexta-feira, 25 de março de 2011, às 01h01min, um homem de 31 anos foi esfaqueado na rua João Ramalho, bairro Petrópolis. Ele recebeu diversos golpes de arma branca que ocasionaram ferimentos na cabeça, no pescoço e no tórax. A Polícia Militar o conduziu ao Hospital São José. O rapaz nasceu no estado do Paraná e não tem passagem criminal.

Apesar das medidas anti-inflacionárias, economia seguirá se expandindo neste semestre

O Indicador Serasa Experian de Perspectiva Econômica cresceu 0,1% em janeiro de 2011 frente ao mês imediatamente anterior, atingindo o valor de 100,3. Foi a sexta elevação mensal consecutiva deste indicador.

Como, pela sua metodologia de construção, o indicador tem a propriedade de antever os movimentos cíclicos da atividade econômica com seis meses de antecedência, esta seqüência de elevações mensais do Indicador Serasa Experian de Perspectiva Econômica em região superior ao nível 100 aponta que a economia brasileira deverá continuar se expandindo ao longo do primeiro semestre deste ano.

O quadro desenhado pelo Indicador Serasa Experian de Perspectiva Econômica revela que as medidas anti-inflacionárias até agora tomadas pelo governo (adoção de medidas macro prudenciais de restrição ao crédito, elevação da taxa Selic e cortes no orçamento da União) perecem ter sido insuficientes para produzir uma desaceleração mais significativa da economia.

Neste sentido, tais medidas provavelmente necessitarão ser intensificadas, tanto por elevações adicionais da taxa Selic quanto pela adoção de medidas adicionais de contenção do crédito (aumento dos compulsórios e/ou de regras prudenciais), no sentido de se evitar uma expansão inflacionária do consumo e da economia como um todo, observam os economistas da Serasa Experian.

Metodologia dos Indicadores Serasa Experian de Perspectiva

O objetivo dos Indicadores Serasa Experian de Perspectiva é antever, num horizonte de seis meses, em que fase do ciclo estarão as seguintes variáveis econômicas: (i) atividade econômica, (ii) concessões reais de crédito ao consumidor, (iii) concessões reais de crédito às empresas, (iv) inadimplência do consumidor e (v) inadimplência das empresas.

Em geral, as variáveis econômicas apresentam ciclos compostos por quatro fases distintas: (1) expansão, (2) reversão, (3) crise e (4) recuperação. Os Indicadores Serasa Experian de Perspectiva mostrarão, justamente, a posição cíclica, para os próximos seis meses, de cada uma destas variáveis.

Cada Indicador Serasa Experian de Perspectiva é construído analisando-se o poder explicativo e a antecedência de explicação de um universo de 325 variáveis econômicas e financeiras sobre a variável-objetivo. Para tanto, todas as 325 variáveis “candidatas” bem como a variável-objetivo foram filtradas usando-se a técnica de ondaletas, a qual nos permite estudar as relações entre as variáveis “candidatas” a variável-objetivo em diversas escalas de tempo.

Hoje, as ondaletas são adotadas em diversos campos, como a física (dinâmica molecular, astrofísica, geofísica – previsão de terremotos, mecânica quântica), processamento de imagem (análise de EEG e DNA, clima, reconhecimento da fala e visão artificial) e compressão de dados (o JPEG 2000 utiliza essa técnica).

No caso, utilizamos as escalas de tempo compreendidas de 16 a 32 meses e de 32 a 64 meses, faixas onde se caracterizam os movimentos dos ciclos econômicos.

Para cada escala de tempo foram selecionadas, das 325 variáveis “candidatas”, aquelas que antecipam, de forma significativa, a variável-objetivo entre 6 e 18 meses de antecedência. Selecionadas as variáveis “candidatas”, estas foram agregadas mediante a aplicação de componentes principais, após terem sido colocadas na mesma fase de 6 meses em relação à variável-objetivo.

O resultado composto, isto é, em cada escala de tempo, dos modelos de projeção entre a variável-objetivo e os componentes principais, colocado em base 100, constitui o Indicador Serasa Experian de Perspectiva.

fonte: Serasa Experian

quinta-feira, 24 de março de 2011

Restauração de documentos através de resfriamento

Valdete Daufemback, coordenadora do AHJ, mostra livros embalados nos freezers para manutenção. foto: Eberson Theodoro

RENATO CÉSAR RIBEIRO
renato@gazetadejoinville.com.br

O Arquivo Histórico de Joinville (AHJ) achou uma nova forma de restaurar os documentos e livros danificados de seu acervo. Antigamente, produtos químicos eram usados para matar os insetos que destroem os papéis. Hoje, isso é feito através das baixas temperaturas, ou seja, os documentos são acondicionados em refrigeradores, como aqueles que você utiliza para guardar comidas e bebidas.

O diferencial desse trabalho é que a temperatura utilizada é de - 22° Celsius. Os livros são embaladps à vácuo antes de entrar nesse processo. Dessa forma, o "bichinho" morre. Porém são necessários três meses de resfriamento na citada temperatura para isso acontecer.

Por enquanto, são apenas geladeiras, porém, já foi aprovado um projeto no Sistema Municipal de Desenvolvimenta pela Cultura (Simdec) para a compra de ar condicionado para essa sala. Atualmente são cerca de 400 livros em processo de congelamento.

Livros são embalados a vácuo. foto: Eberson Theodoro

Se o processo for interrompido em dois meses, o inseto estará apenas em estado de hibernação, é o que ensina a coordenadora do AHJ, Valdete Daufemback. Os insetos que mais atacam os livros e documentos antigos são cupins, baratas e brocas.

Depois desses três meses na geladeira, os livros são limpados antes de umedecer para a retirada dos seres já mortos. Em seguida, voltam para o acervo, onde os responsáveis também utilizam sachês com misturas envolvendo cânfora, cravo, canela, eucalipto e outras essências, que afugentam insetos. Esses sachês são trocados a cada três meses.

Além do congelamento e dos sachês, "nós temos um sistema de monitoramento completo, semanalmente fazemos uma vistoria no acervo para achar livros danificados", conta Valdete. O acervo normal também fica em área climatizada entre 20 e 22ºC. No total, são mais de mil sachês no local.

Muitos dos livros que chegam estão em mau estado. foto: Eberson Theodoro

Quando um livro novo chega, passa por uma triagem que inclui a verificação da existência de insetos. Casa a ocorrência seja positiva, o documento vai para o freezer antes mesmo de ser catalogado e passa pelo processo de restauração.

Até os anos 1980, mais precisamente 1986, quando o novo espaço do AHJ foi inaugurado, usavam-se produtos químicos para a manutenção dos papeis. Porém descobriu-se que esse processo fazia mal aos documentos e também às pessoas, o que foi constatado numa crise deflagrada na época.

Araldite/Univille joga últimas partidas da fase de classificação em casa

Neste fim de semana, o Basquete de Joinville faz as duas últimas partidas no ginásio Ivan Rodrigues na fase de classificação do Novo Basquete Brasil. A Araldite/Univille desafia os times do Espírito Santo. Na sexta, pega o Vitória, às 20 horas. No domingo, desafia o Vila Velha, às 11 horas. Na sétima posição na tabela, o Joinville deixa a calculadora de lado e se preocupa em acumular vitórias e aprimorar o seu padrão de jogo para chegar bem nos playoffs.

“Já me peguei fazendo contas e até torcendo para outros times em alguns jogos que acompanhei pela televisão. Acho que o caminho não é esse e isso não nos faz bem. O momento é de focar no nosso jogo e nas nossas ações”, disse o técnico Alberto Bial, que, no domingo, volta a dirigir o time do banco.

Matematicamente, o Joinville tem chance de terminar entre os quatro melhores, já que a diferença para o atual quarto colocado, o Bauru, é de apenas uma vitória. Mas, diante do equilíbrio da terceira edição do NBB, Bial volta-se ao ajuste da equipe. “É claro que gostaríamos de terminar entre os quatro e disputar mais um torneio internacional, o Interligas. Mas essa preocupação com o depois tira o nosso foco do agora. Depois, quando as coisas se resolverem, aí sim vamos estudar os nossos futuros adversários”.

Apesar de colocar a classificação final em segundo plano, os jogadores do Joinville reforçam a importância de vencer os dois compromissos em casa. “Só pensamos na vitória. Jogar em casa é uma responsabilidade e, a essa altura da competição, não podemos imaginar outro resultado”, afirmou o capitão Shilton.

Os ingressos para o jogo entre Araldite/Univille e Vitória estão à venda na loja da Apolo Sport, no Centro. Na sexta, as bilheterias do Ivan Rodrigues abrem às 17h30. Para o jogo de domingo, o torcedor tem a opção de aderir à promoção que a diretoria do Joinville definiu junto ao site de compra coletiva Groupon. Pelo site, o torcedor compra dois ingressos a R$ 14, 00 (50% de desconto em relação ao valor convencional).

texto: assessoria de imprensa

Seinfra e secretaria prometem fechar buracos no Arquivo Histórico

Fenda a ser fechada pela Seinfra atrás do Arquivo Histórico. foto: Eberson Theodoro

RENATO CÉSAR RIBEIRO
renato@gazetadejoinville.com.br

Dois buracos assustam nas proximidades do Arquivo Histórico de Joinville (AHJ) devido à possibilidade de causar estragos. A coordenadora do local, Valdete Daufemback, afirma que esses problemas serão solucionados ainda nessa quinta-feira, 24 de março de 2011. "A Seinfra (Secretaria de Infraestrutura) está tomando as providências e a Secretaria Regional do Iririú também começa a trabalhar no outro buraco", informou.

As fendas foram abertas durante as fortes chuvas nos dias 10 e 11 de março desse ano. "Chamamos a Defesa Civil, que fez um primeiro parecer. Em seguida veio a Seinfra, que fará um estudo geológico e vão ficar monitorando. Estão estudando para ver se tem infiltração e de onde vem", disse.

São dois buracos perto do Arquivo Histórico. Um deles está na lateral direita atrás da construção e o outro fica pelo lado esquerdo na entrada do estacionamento. Apesar de sua existência, as aberturas não causam risco algum. "Fica na parte de trás na Copa, mas temos que arrumar logo isso", explica e conclui: "Joinville nunca teve tanto buraco como agora".

terça-feira, 22 de março de 2011

Museu do Sambaqui reabriu nessa terça-feira

foto: Eberson Theodoro

Após ser atingido pelas cheias do dia 10 de março, o Museu do Sambaqui foi reaberto nessa terça-feira, 22 de março de 2011. Foram 11 dias que o local ficou fechado para a visitação. Nesse tempo, os funcionários trabalharam na limpeza e na organização do lugar. Os alagamentos se tornaram rotina devido à proximidade com o rio Cachoeira, no Centro da cidade. Como isso não é novidade, o acervo foi colocado de modo a não sofrer danos.

A coordenação do Sambaqui e do Patrimônio Histórico de Joinville procura novas soluções para evitar que o acervo seja destruído com as constantes cheias. O museu joinvilense é um dos mais importantes da arqueologia brasileira e contempla vestígios dos primeiros habitantes da região Sul do Brasil.

Não se sabe ao certo que altura a água chegou, pois o alagamento aconteceu no meio da noite. Porém, chegou a molhar um dos estandes da exposição "Pré-história Regional". Nas enchentes de janeiro, o Museu do Sambaqui foi danificado também, quando a água chegou a 35 centímetros de altura.