Postado por: Rogério Giessel
Cerca de 80 policiais civis e militares participaram, nesta quinta-feira, de operação para prender milicianos acusados de envolvimento no seqüestro e tortura de jornalistas do O Dia, em diversos bairros do Rio. Segundo informações do O Globo, quatro pessoas foram presas, sendo três policiais militares, e respondem por formação de quadrilha armada. Porém, nem todos teriam participado diretamente do crime contra os jornalistas.
Foram presos os PMs Fabio Gonçalves Soares, o Fabinho Catiri; Marcos Antonio Alves da Silva, o Marcos do Bope; e André Luiz de Mattos, o Cocada. O outro preso foi identificado como Nilson Bueno, o Nilson Faustão. Com eles, a polícia apreendeu um fuzil, quatro revólveres, um binóculo, uma camisa com o símbolo do Bope e um colete à prova de balas.
A operação, realizada em vários bairros da cidade, envolveu policiais da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco- IE) com ajuda das Corregedorias da Polícia Civil e Militar. O objetivo era cumprir sete mandados de prisão e 29 de busca e apreensão expedidos pelo juiz Alexandre Abraão da Vara Criminal de Bangu.
No dia 14/05, uma repórter, um fotógrafo e um motorista do O Dia foram seqüestrados e torturados por um grupo de homens que pertencem à milícia da Favela do Batan, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Eles passaram 14 dias no local para mostrar como é a vida numa região dominada por uma milícia. O fato só se tornou público no sábado (31/05).
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
Crise ajuda a recrutar "laranjas" para fraudes na web
Postado por: Rogério Giessel
A piora da economia parece ajudar fraudadores na Internet em uma de suas atividades mais difíceis: enganar as pessoas para que abram suas casas e contas bancárias e se tornem "laranjas" em esquemas de lavagem de dinheiro e bens roubados.
Os golpes em si não são novidade. Eles são enviados em spams como "trabalhe em casa," que prometem renda complementar excelente ajudando companhias a pagar clientes em outros países. O golpe pede que as vítimas abram novas contas bancárias com seus nomes, concordem em aceitar pagamentos anônimos e em encaminhar esses valores por transferência bancária, normalmente, para localidades da Europa oriental.
O esquema é a clássica lavagem de dinheiro com um toque de Internet. O dinheiro geralmente é real e uma parcela é prometida ao intermediário. O que esses intermediários podem não saber é que estão traficando ganhos ilícitos e ajudando criminosos a efetuarem pagamentos entre si sem revelar a fonte. E os laranjas têm normalmente o maior risco de prisão.
Usuários de computador experientes geralmente identificam o golpe. Mas pesquisadores em segurança dizem que as pessoas estão dispostas a assumir o risco enquanto o desemprego cresce e o volume de e-mails com o esquema aumenta.
"Quando as pessoas estão com medo de uma demissão ou preocupadas com as contas, elas podem encarar algo desse tipo de forma diferente do que fariam se as coisas estivessem lindas e maravilhosas," disse David Marcus, diretor de pesquisa e comunicação em segurança da McAfee Inc.
Os anúncios para esses trabalhos se tornam cada vez mais convincentes, mas parte de sua sedução é a falta de detalhes que convence alguém com muita vontade de acreditar em dinheiro fácil de que a mensagem é legítima. Os cargos oferecidos geralmente incluem variações de "representantes de vendas internacionais" ou "gerentes de remessas."
O relatório anual de crimes virtuais da McAfee, publicado na terça-feira pela empresa de segurança na Internet, afirma que 873 páginas de recrutamento foram encontradas na Grã-Bretanha na primeira metade de 2008, um aumento de 33% em relação ao mesmo período de 2007. Os dados foram compilados pela APACS, associação de serviços de pagamentos do Reino Unido.
Mais evidências surgiram de um estudo recente do Panda Security, fornecedor espanhol de softwares que registrou recorde nas mensagens relacionadas a empregos. Elas corresponderam a 0,31% de todo o spam de outubro, quase o triplo da proporção de agosto. A taxa de sucesso no recrutamento de laranjas aumentou 1,8% em outubro, de 0,5% em agosto.
A companhia rastreou esses números em parceria com outra grande firma de segurança, não identificada no relatório, que monitora as redes de laranjas em funcionamento. O Panda Security observou sete grandes operações na América do Norte. Os ataques a computador em geral cresceram drasticamente nos últimos meses.
A IBM afirma que o número de ataques diários registrados contra servidores e redes de computadores aumentou 30% nos últimos quatro meses, para mais de 2,5 bilhões de tentativas ao redor do mundo. "São números muito assustadores," disse Gunter Ollmann, pesquisador-chefe em segurança da equipe da IBM, a X-Force.
Terra
A piora da economia parece ajudar fraudadores na Internet em uma de suas atividades mais difíceis: enganar as pessoas para que abram suas casas e contas bancárias e se tornem "laranjas" em esquemas de lavagem de dinheiro e bens roubados.
Os golpes em si não são novidade. Eles são enviados em spams como "trabalhe em casa," que prometem renda complementar excelente ajudando companhias a pagar clientes em outros países. O golpe pede que as vítimas abram novas contas bancárias com seus nomes, concordem em aceitar pagamentos anônimos e em encaminhar esses valores por transferência bancária, normalmente, para localidades da Europa oriental.
O esquema é a clássica lavagem de dinheiro com um toque de Internet. O dinheiro geralmente é real e uma parcela é prometida ao intermediário. O que esses intermediários podem não saber é que estão traficando ganhos ilícitos e ajudando criminosos a efetuarem pagamentos entre si sem revelar a fonte. E os laranjas têm normalmente o maior risco de prisão.
Usuários de computador experientes geralmente identificam o golpe. Mas pesquisadores em segurança dizem que as pessoas estão dispostas a assumir o risco enquanto o desemprego cresce e o volume de e-mails com o esquema aumenta.
"Quando as pessoas estão com medo de uma demissão ou preocupadas com as contas, elas podem encarar algo desse tipo de forma diferente do que fariam se as coisas estivessem lindas e maravilhosas," disse David Marcus, diretor de pesquisa e comunicação em segurança da McAfee Inc.
Os anúncios para esses trabalhos se tornam cada vez mais convincentes, mas parte de sua sedução é a falta de detalhes que convence alguém com muita vontade de acreditar em dinheiro fácil de que a mensagem é legítima. Os cargos oferecidos geralmente incluem variações de "representantes de vendas internacionais" ou "gerentes de remessas."
O relatório anual de crimes virtuais da McAfee, publicado na terça-feira pela empresa de segurança na Internet, afirma que 873 páginas de recrutamento foram encontradas na Grã-Bretanha na primeira metade de 2008, um aumento de 33% em relação ao mesmo período de 2007. Os dados foram compilados pela APACS, associação de serviços de pagamentos do Reino Unido.
Mais evidências surgiram de um estudo recente do Panda Security, fornecedor espanhol de softwares que registrou recorde nas mensagens relacionadas a empregos. Elas corresponderam a 0,31% de todo o spam de outubro, quase o triplo da proporção de agosto. A taxa de sucesso no recrutamento de laranjas aumentou 1,8% em outubro, de 0,5% em agosto.
A companhia rastreou esses números em parceria com outra grande firma de segurança, não identificada no relatório, que monitora as redes de laranjas em funcionamento. O Panda Security observou sete grandes operações na América do Norte. Os ataques a computador em geral cresceram drasticamente nos últimos meses.
A IBM afirma que o número de ataques diários registrados contra servidores e redes de computadores aumentou 30% nos últimos quatro meses, para mais de 2,5 bilhões de tentativas ao redor do mundo. "São números muito assustadores," disse Gunter Ollmann, pesquisador-chefe em segurança da equipe da IBM, a X-Force.
Terra
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
PIB cresce 6,8% no terceiro trimestre, segundo o IBGE
Postado por: Rogério Giessel
O Produto Interno Bruto (PIB) - soma de todos os bens bens e serviços produzidos no país durante o ano – apresentou crescimento de 6,8% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com igual período de 2007. A informação consta das Contas Nacionais Trimestrais, divulgadas hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).
Ainda segundo o IBGE, o valor adicionado a preços básicos apresentou aumento de 6,3% e os impostos sobre produtos tiveram uma elevação de 10,1%. Na taxa acumulada de setembro de 2007 a setembro deste ano, o crescimento do PIB foi de 6,3% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.
No terceiro trimestre do ano, o PIB cresceu 1,8%, em relação ao segundo trimestre, chegando a R$ 747,3 bilhões. Do total, R$ 631,5 bilhões são proveniente do valor adicionado a preços básicos e R$ 115,8 bilhões de impostos sobre produtos.
A despesa de consumo das famílias também cresceu no terceiro trimestre, com aumento de 2,8%. A despesa de consumo da administração pública teve elevação de 1,5%.
Já as exportações de bens e serviços apresentaram queda de 0,6% e as importações de bens e serviços cresceram 6,4%, apresentando o 12º crescimento seguido nessa base de comparação.
Fonte: Agencia Brasil
O Produto Interno Bruto (PIB) - soma de todos os bens bens e serviços produzidos no país durante o ano – apresentou crescimento de 6,8% no terceiro trimestre deste ano, em comparação com igual período de 2007. A informação consta das Contas Nacionais Trimestrais, divulgadas hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).
Ainda segundo o IBGE, o valor adicionado a preços básicos apresentou aumento de 6,3% e os impostos sobre produtos tiveram uma elevação de 10,1%. Na taxa acumulada de setembro de 2007 a setembro deste ano, o crescimento do PIB foi de 6,3% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.
No terceiro trimestre do ano, o PIB cresceu 1,8%, em relação ao segundo trimestre, chegando a R$ 747,3 bilhões. Do total, R$ 631,5 bilhões são proveniente do valor adicionado a preços básicos e R$ 115,8 bilhões de impostos sobre produtos.
A despesa de consumo das famílias também cresceu no terceiro trimestre, com aumento de 2,8%. A despesa de consumo da administração pública teve elevação de 1,5%.
Já as exportações de bens e serviços apresentaram queda de 0,6% e as importações de bens e serviços cresceram 6,4%, apresentando o 12º crescimento seguido nessa base de comparação.
Fonte: Agencia Brasil
PF prende presidente do TJ do Espírito Santo e mais seis
Postado por: Rogério Giessel
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira o presidente do TJ (Tribunal de Justiça) do Espírito Santo, desembargador Frederico Pimentel, e mais seis pessoas suspeitas de participarem de um suposto esquema de venda de sentenças em troca de favores e vantagens pessoais.
Pimentel foi preso pela PF durante a Operação Naufrágio, que tenta cumprir sete mandados de prisão e 24 de busca e apreensão no Espírito Santo. As prisões foram determinadas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).
De acordo com a PGR (Procuradoria Geral da República), as prisões são resultado das investigações feitas no inquérito que apura o suposto envolvimento de desembargadores, juízes, advogados e servidores públicos em crimes contra a administração pública e a administração da Justiça no Espírito Santo.
A PGR informa que o delito consistia no patrocínio e na intermediação de interesses particulares perante o TJ-ES para obtenção de decisões favoráveis e outras facilidades que pudessem ser conseguidas por meio da interferência dos agentes públicos em troca de favores e vantagens pessoais.
Durante as investigações, surgiram ainda evidências de nepotismo no Tribunal de Justiça capixaba.
Os mandados de prisão foram cumpridos contra advogados, magistrados e uma servidora do TJ. Os presos serão transferidos para Brasília, entre eles o desembargador Elpídio José Duque.
Segundo a PF, durante o cumprimento de um dos mandados de busca e apreensão, um membro do Ministério Público Estadual foi preso em flagrante com armas e munição de calibre restrito.
A assessoria do TJ do Espírito Santo informou à Folha Online que vai se pronunciar mais tarde sobre as prisões.
Titanic
As investigações tiveram início com a Operação Titanic, deflagrada no dia 7 de abril, que desarticulou um esquema instalado no cais do porto em Vila Velha, especializado na importação subfaturada de veículos de luxo.
Na Operação Titanic, foram presas 22 pessoas, sendo 13 no Espírito Santo, três em São Paulo e seis em Rondônia, acusadas de integrar uma quadrilha que sonegou R$ 7 milhões em importações de carros, motos e mercadorias de luxo.
O esquema envolvia Ivo Junior Cassol, filho do governador de Rondônia, Ivo Cassol (sem partido), acusado de tráfico de influência. Os dois líderes do esquema --Adriano Mariano Scopel e Pedro Scopel, pai e filho-- foram detidos no Espírito Santo.
Folha Online
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira o presidente do TJ (Tribunal de Justiça) do Espírito Santo, desembargador Frederico Pimentel, e mais seis pessoas suspeitas de participarem de um suposto esquema de venda de sentenças em troca de favores e vantagens pessoais.
Pimentel foi preso pela PF durante a Operação Naufrágio, que tenta cumprir sete mandados de prisão e 24 de busca e apreensão no Espírito Santo. As prisões foram determinadas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).
De acordo com a PGR (Procuradoria Geral da República), as prisões são resultado das investigações feitas no inquérito que apura o suposto envolvimento de desembargadores, juízes, advogados e servidores públicos em crimes contra a administração pública e a administração da Justiça no Espírito Santo.
A PGR informa que o delito consistia no patrocínio e na intermediação de interesses particulares perante o TJ-ES para obtenção de decisões favoráveis e outras facilidades que pudessem ser conseguidas por meio da interferência dos agentes públicos em troca de favores e vantagens pessoais.
Durante as investigações, surgiram ainda evidências de nepotismo no Tribunal de Justiça capixaba.
Os mandados de prisão foram cumpridos contra advogados, magistrados e uma servidora do TJ. Os presos serão transferidos para Brasília, entre eles o desembargador Elpídio José Duque.
Segundo a PF, durante o cumprimento de um dos mandados de busca e apreensão, um membro do Ministério Público Estadual foi preso em flagrante com armas e munição de calibre restrito.
A assessoria do TJ do Espírito Santo informou à Folha Online que vai se pronunciar mais tarde sobre as prisões.
Titanic
As investigações tiveram início com a Operação Titanic, deflagrada no dia 7 de abril, que desarticulou um esquema instalado no cais do porto em Vila Velha, especializado na importação subfaturada de veículos de luxo.
Na Operação Titanic, foram presas 22 pessoas, sendo 13 no Espírito Santo, três em São Paulo e seis em Rondônia, acusadas de integrar uma quadrilha que sonegou R$ 7 milhões em importações de carros, motos e mercadorias de luxo.
O esquema envolvia Ivo Junior Cassol, filho do governador de Rondônia, Ivo Cassol (sem partido), acusado de tráfico de influência. Os dois líderes do esquema --Adriano Mariano Scopel e Pedro Scopel, pai e filho-- foram detidos no Espírito Santo.
Folha Online
PF prende presidente do TJ e mais seis no Espírito Santo
A Polícia Federal prendeu nesta terça-feira o presidente do TJ (Tribunal de Justiça) do Espírito Santo, desembargador Frederico Pimentel, e mais seis pessoas suspeitas de praticarem crimes contra a administração pública no tribunal.
A PF cumpriu, na Operação Naufrágio, sete mandados de prisão e 24 de busca e apreensão no Estado, e as prisões foram determinadas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Segundo o tribunal, a ação criminosa gira em torno do patrocínio e intermediação de interesses particulares. Durante as investigações, surgiram ainda evidências de nepotismo no Tribunal de Justiça capixaba.
Os mandados de prisão foram cumpridos contra advogados, magistrados e uma servidora do TJ. Os presos serão transferidos para Brasília, entre eles o desembargador Elpídio José Duque.
Segundo a PF, durante o cumprimento de um dos mandados de busca e apreensão, foi preso em flagrante um membro do Ministério Público Estadual, com armas e munição de calibre restrito.
A assessoria do TJ do Espírito Santo informou à Folha Online que vai se pronunciar nesta tarde sobre as prisões.
Titanic
As investigações tiveram início com a Operação Titanic, deflagrada no dia 7 de abril, que desarticulou um esquema instalado no cais do porto em Vila Velha, especializado na importação subfaturada de veículos de luxo.
Na Operação Titanic, foram presas 22 pessoas, sendo 13 no Espírito Santo, três em São Paulo e seis em Rondônia, acusadas de integrar uma quadrilha que sonegou R$ 7 milhões em importações de carros, motos e mercadorias de luxo.
O esquema envolvia Ivo Junior Cassol, filho do governador de Rondônia, Ivo Cassol (sem partido), acusado de tráfico de influência. Os dois líderes do esquema --Adriano Mariano Scopel e Pedro Scopel, pai e filho-- foram detidos no Espírito Santo.
Folha Online
A PF cumpriu, na Operação Naufrágio, sete mandados de prisão e 24 de busca e apreensão no Estado, e as prisões foram determinadas pelo STJ (Superior Tribunal de Justiça).
Segundo o tribunal, a ação criminosa gira em torno do patrocínio e intermediação de interesses particulares. Durante as investigações, surgiram ainda evidências de nepotismo no Tribunal de Justiça capixaba.
Os mandados de prisão foram cumpridos contra advogados, magistrados e uma servidora do TJ. Os presos serão transferidos para Brasília, entre eles o desembargador Elpídio José Duque.
Segundo a PF, durante o cumprimento de um dos mandados de busca e apreensão, foi preso em flagrante um membro do Ministério Público Estadual, com armas e munição de calibre restrito.
A assessoria do TJ do Espírito Santo informou à Folha Online que vai se pronunciar nesta tarde sobre as prisões.
Titanic
As investigações tiveram início com a Operação Titanic, deflagrada no dia 7 de abril, que desarticulou um esquema instalado no cais do porto em Vila Velha, especializado na importação subfaturada de veículos de luxo.
Na Operação Titanic, foram presas 22 pessoas, sendo 13 no Espírito Santo, três em São Paulo e seis em Rondônia, acusadas de integrar uma quadrilha que sonegou R$ 7 milhões em importações de carros, motos e mercadorias de luxo.
O esquema envolvia Ivo Junior Cassol, filho do governador de Rondônia, Ivo Cassol (sem partido), acusado de tráfico de influência. Os dois líderes do esquema --Adriano Mariano Scopel e Pedro Scopel, pai e filho-- foram detidos no Espírito Santo.
Folha Online
Brasil despreza leis para conteúdo infantil na TV
Postado por: Rogério Giessel
As emissoras abertas brasileiras investem cada vez menos na programação infantil, que tem se concentrado nos canais pagos, restritos às classes econômicas mais privilegiadas.
No Brasil, investir ou não nesse tipo de conteúdo é uma decisão das redes, uma vez que não há nenhuma lei para regulamentar faixas da programação dirigidas às crianças.
Essa é uma das lacunas da legislação brasileira na proteção da infância e adolescência, de acordo com um estudo realizado pela Andi (Agência de Notícias dos Direitos da Infância).
O levantamento será apresentado hoje, por Veet Vivarta, secretário-executivo do órgão, em Atenas, no Fórum Global para Desenvolvimento da Mídia, que debate, entre outros temas, formas de garantir uma "programação de qualidade".
Por um ano, a Andi mapeou, em 14 países da América Latina, leis e projetos de lei que abordam a relação entre os meios de comunicação e o direito de crianças e adolescentes. Em seguida, comparou com a legislação da Suécia, considerada modelo mundial nessa área, com um sistema regulatório implementado há quase cem anos. Concluiu que, apesar de o continente não viver um "vazio regulatório", não há nada "tão coeso" como na Suécia, principalmente por serem raros na América Latina órgãos reguladores independentes.
No Brasil, além da programação infantil, não há leis que regulamentem o trabalho de menores em meios de comunicação -só a Argentina possui esse tipo de norma. Também não está contemplada na legislação brasileira a publicidade dirigida à criança, como acontece no México e no Paraguai.
O estudo constatou não existir, em nenhum dos 14 países, cotas para exibição de desenhos animados nacionais nem para a garantia de veiculação de produções regionais.
O Brasil se destaca na classificação indicativa dos programas. Recém-implementada, é considerada "a mais completa".
Em comum entre os países há o fato de a TV ser o principal meio de informação e de emissoras públicas e educativas serem pouco representativas.
Fonte: Folha On line
As emissoras abertas brasileiras investem cada vez menos na programação infantil, que tem se concentrado nos canais pagos, restritos às classes econômicas mais privilegiadas.
No Brasil, investir ou não nesse tipo de conteúdo é uma decisão das redes, uma vez que não há nenhuma lei para regulamentar faixas da programação dirigidas às crianças.
Essa é uma das lacunas da legislação brasileira na proteção da infância e adolescência, de acordo com um estudo realizado pela Andi (Agência de Notícias dos Direitos da Infância).
O levantamento será apresentado hoje, por Veet Vivarta, secretário-executivo do órgão, em Atenas, no Fórum Global para Desenvolvimento da Mídia, que debate, entre outros temas, formas de garantir uma "programação de qualidade".
Por um ano, a Andi mapeou, em 14 países da América Latina, leis e projetos de lei que abordam a relação entre os meios de comunicação e o direito de crianças e adolescentes. Em seguida, comparou com a legislação da Suécia, considerada modelo mundial nessa área, com um sistema regulatório implementado há quase cem anos. Concluiu que, apesar de o continente não viver um "vazio regulatório", não há nada "tão coeso" como na Suécia, principalmente por serem raros na América Latina órgãos reguladores independentes.
No Brasil, além da programação infantil, não há leis que regulamentem o trabalho de menores em meios de comunicação -só a Argentina possui esse tipo de norma. Também não está contemplada na legislação brasileira a publicidade dirigida à criança, como acontece no México e no Paraguai.
O estudo constatou não existir, em nenhum dos 14 países, cotas para exibição de desenhos animados nacionais nem para a garantia de veiculação de produções regionais.
O Brasil se destaca na classificação indicativa dos programas. Recém-implementada, é considerada "a mais completa".
Em comum entre os países há o fato de a TV ser o principal meio de informação e de emissoras públicas e educativas serem pouco representativas.
Fonte: Folha On line
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
Locação social de imóveis é alternativa para minimizar déficit habitacional, diz coordenador
Postado por: Rogério Giessel
Entre 24 e 28 milhões de brasileiros não têm onde morar ou vivem em condições sub-humanas. Segundo cálculos do Ministério das Cidades, seria necessário construir ou possibilitar a ocupação de pelo menos 6 milhões de moradias para extinguir o atual déficit habitacional brasileiro, problema que atinge principalmente as famílias de baixa renda das regiões metropolitanas, onde o problema é agravado pela falta de áreas livres para a construção, extremamente valorizadas.
Para o coordenador de Reabilitação de Áreas Centrais do ministério, Renato Balbim, uma alternativa para que a população mais pobre tenha acesso à habitação é a locação social. Nesse modelo, o governo concede benefícios aos proprietários de imóveis que deixam aos cuidados de um gestor a locação desses espaços. O locatário também é beneficiado já que paga menos pelo aluguel.
"Há uma série de possibilidades, em geral, o proprietário faz um contrato de longo prazo com o executor da política, que pode ser um município, um estado ou mesmo uma empresa privada que tenha aderido ao programa."
Diferente da política habitacional tradicional, em que há transferência da propriedade do imóvel, a locação social consegue garantir moradia à população, mas sem que o governo tenha que arcar com a aquisição de novos terrenos ou a construção de novas residências.
“Como o proprietário original do imóvel alugado - seja o setor público, seja uma empresa - continua sendo seu dono, os subsídios ou financiamentos que as famílias beneficiadas pelo modelo têm que pagar não englobam o valor do imóvel”, afirma Balbim.
Geógrafo e responsável pela organização do Seminário Internacional de Locação Social, evento que começa esta noite (8), em Brasília, Balbim lembra que há famílias que, embora tenham condições de pagar um financiamento imobiliário, não conseguem dar garantias para obter empréstimos para a compra de um imóvel.
“Com a locação social, essas famílias poderiam passar alguns anos pagando pouco de aluguel e guardando algum dinheiro para quem sabe, futuramente, comprar sua casa própria”, defende Balbim.
Além disso, ele sustenta que a locação social também ajudaria a induzir à utilização de imóveis vazios.
“Como os contratos são de longo prazo, se inserem em uma política pública e são firmados com os executores do programa, esses imóveis se tornam uma fonte segura de renda para seus proprietários originais”, diz Balbim.
Apesar de defender o modelo, Balbim reconhece que, no Brasil, nenhuma das poucas tentativas de implementar a locação social deram certo. “Houve algumas raras experiências que não atingiram o esperado sucesso”, afirma o géografo, citando, como exemplo, o caso de São Paulo (SP) e apontando a falta de regulações sobre o assunto como causa do fracasso.
Agência Brasil
Entre 24 e 28 milhões de brasileiros não têm onde morar ou vivem em condições sub-humanas. Segundo cálculos do Ministério das Cidades, seria necessário construir ou possibilitar a ocupação de pelo menos 6 milhões de moradias para extinguir o atual déficit habitacional brasileiro, problema que atinge principalmente as famílias de baixa renda das regiões metropolitanas, onde o problema é agravado pela falta de áreas livres para a construção, extremamente valorizadas.
Para o coordenador de Reabilitação de Áreas Centrais do ministério, Renato Balbim, uma alternativa para que a população mais pobre tenha acesso à habitação é a locação social. Nesse modelo, o governo concede benefícios aos proprietários de imóveis que deixam aos cuidados de um gestor a locação desses espaços. O locatário também é beneficiado já que paga menos pelo aluguel.
"Há uma série de possibilidades, em geral, o proprietário faz um contrato de longo prazo com o executor da política, que pode ser um município, um estado ou mesmo uma empresa privada que tenha aderido ao programa."
Diferente da política habitacional tradicional, em que há transferência da propriedade do imóvel, a locação social consegue garantir moradia à população, mas sem que o governo tenha que arcar com a aquisição de novos terrenos ou a construção de novas residências.
“Como o proprietário original do imóvel alugado - seja o setor público, seja uma empresa - continua sendo seu dono, os subsídios ou financiamentos que as famílias beneficiadas pelo modelo têm que pagar não englobam o valor do imóvel”, afirma Balbim.
Geógrafo e responsável pela organização do Seminário Internacional de Locação Social, evento que começa esta noite (8), em Brasília, Balbim lembra que há famílias que, embora tenham condições de pagar um financiamento imobiliário, não conseguem dar garantias para obter empréstimos para a compra de um imóvel.
“Com a locação social, essas famílias poderiam passar alguns anos pagando pouco de aluguel e guardando algum dinheiro para quem sabe, futuramente, comprar sua casa própria”, defende Balbim.
Além disso, ele sustenta que a locação social também ajudaria a induzir à utilização de imóveis vazios.
“Como os contratos são de longo prazo, se inserem em uma política pública e são firmados com os executores do programa, esses imóveis se tornam uma fonte segura de renda para seus proprietários originais”, diz Balbim.
Apesar de defender o modelo, Balbim reconhece que, no Brasil, nenhuma das poucas tentativas de implementar a locação social deram certo. “Houve algumas raras experiências que não atingiram o esperado sucesso”, afirma o géografo, citando, como exemplo, o caso de São Paulo (SP) e apontando a falta de regulações sobre o assunto como causa do fracasso.
Agência Brasil
Mais de 20% da população brasileira acessa internet, diz Ibope
Dados do Ibope//NetRatings divulgados nesta segunda-feira (8) apontam que 23,4% da população brasileira já acessou a internet de algum ambiente -- seja na própria casa ou locais como LAN house e trabalho.
O total de internautas residenciais ativos em outubro de 2008 foi de 24,4 milhões de pessoas, 3% menor do que no mês anterior e 19,1% maior que o mesmo período do ano passado (19,9 milhões). Neste quesito, são considerados apenas aqueles que usaram web residencial ao menos uma vez no mês.
O número de pessoas que moram em residências em que há computador com internet é de 36,3 milhões, de acordo com o Ibope.
O tempo de navegação por pessoa em outubro foi de 24 horas e 41 minutos. Esse índice ficou 4,7% maior que o do mês anterior e 6,4% mais que o de outubro de 2007.
Segundo o Ibope, os países que mais se aproximaram do Brasil em tempo individual de navegação foram a França, que chegou a 23 horas e 10 minutos, e o Reino Unido, que ficou com 23 horas e 4 minutos.
Folha on line
O total de internautas residenciais ativos em outubro de 2008 foi de 24,4 milhões de pessoas, 3% menor do que no mês anterior e 19,1% maior que o mesmo período do ano passado (19,9 milhões). Neste quesito, são considerados apenas aqueles que usaram web residencial ao menos uma vez no mês.
O número de pessoas que moram em residências em que há computador com internet é de 36,3 milhões, de acordo com o Ibope.
O tempo de navegação por pessoa em outubro foi de 24 horas e 41 minutos. Esse índice ficou 4,7% maior que o do mês anterior e 6,4% mais que o de outubro de 2007.
Segundo o Ibope, os países que mais se aproximaram do Brasil em tempo individual de navegação foram a França, que chegou a 23 horas e 10 minutos, e o Reino Unido, que ficou com 23 horas e 4 minutos.
Folha on line
Menino de 13 anos mata seu pai a golpes de machado em Joinville
Uma discussão ocorrida na noite do último domingo (7) fez com que um menor de 13 anos matasse seu pai a golpes de machado no bairro Morro do Meio, em Joinville. A vítima, de 43 anos, teria discutido com o filho por causa de um pedaço de bolo. Após o golpe certeiro, o homem foi encaminhado ao Hospital São José, mas não resistiu aos ferimentos e morreu horas depois. À polícia, o menor contou que vinha sofrendo agressões e surras há vários dias.
Falabella se irrita ao perder espaço na Globo

Miguel Falabella está chateado. Devido à baixa audiência, a Globo vai encurtar "Negócio da China" em três semanas. A média da novela das seis é de 22 pontos no Ibope, sendo que a meta para o horário é de 30, no mínimo. Procurado pela reportagem da Folha de São Paulo, Falabella não respondeu. Benedito Ruy Barbosa vai substitui-lo com o remake de "Paraíso", que estréia em março.
Rodovia que liga Paraná a Santa Catarina está completamente liberada
A BR-376, principal ligação do Paraná com Santa Catarina, está completamente liberada desde ontem (7). A rodovia – por onde trafegam cerca de 800 veículos por hora, podendo chegar a 1,5 mil nos finais de semana – estava em obras desde a última terça-feira (2), quando ocorreu um deslizamento no km 663, bloqueando a pista.
Na quinta-feira (4), a BR-376 já estava em condições de ser liberada, quando houve um novo deslizamento. Uma semana antes, várias quedas de barreira tinham acontecido na rodovia, interditando total ou parcialmente alguns trechos. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram retirados cerca de mil caminhões de terra do local, o equivalente a 18 mil toneladas.
O chefe de Comunicação Social da PRF, Fabiano Moreno, informou que ainda há risco de novos deslizamentos em alguns trechos da rodovia, porém, esses locais estão sendo monitorados por engenheiros da Concessionária Auto Pista Litoral Sul OHL Brasil, que administra o trecho.
Moreno disse que a PRF acompanha o trabalho e garantiu que há total segurança para os motoristas que trafegam pela rodovia nesta manhã.
Agência Brasil
Na quinta-feira (4), a BR-376 já estava em condições de ser liberada, quando houve um novo deslizamento. Uma semana antes, várias quedas de barreira tinham acontecido na rodovia, interditando total ou parcialmente alguns trechos. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram retirados cerca de mil caminhões de terra do local, o equivalente a 18 mil toneladas.
O chefe de Comunicação Social da PRF, Fabiano Moreno, informou que ainda há risco de novos deslizamentos em alguns trechos da rodovia, porém, esses locais estão sendo monitorados por engenheiros da Concessionária Auto Pista Litoral Sul OHL Brasil, que administra o trecho.
Moreno disse que a PRF acompanha o trabalho e garantiu que há total segurança para os motoristas que trafegam pela rodovia nesta manhã.
Agência Brasil
Ciclista que percorre o Brasil deixa Joinville hoje
por guga meneghim

O ciclista Rafael Oliveira, 23 anos, deixou sua casa, em Itacaré, na Bahia para realizar um sonho de infância: Conhecer o Brasil. O rapaz que já está na estrada há 17 meses conta que o brasileiro não conhece o Brasil. “Precisamos conhecer nosso país. Ele é infinito em belezas”.
Nesta jornada, Rafael já passou por 23 estados. De Itacaré percorreu todo o Nordeste, Norte, foi até o Acre contornando a Amazônia, descendo pela região das fronteiras, desceu pelo oeste do Paraná e Santa Catarina até alcançar Porto Alegre.
No trajeto de volta para casa, subiu por Santa Catarina pela BR-101 e esteve na região do Vale do Itajaí, justamente durante o período das catástrofes causadas pela chuva. “Naquela semana liguei para minha mãe na Bahia e ela ficou com muito medo ao acompanhar as notícias, pois sabia que eu estava em Blumenau.” O alivio só veio através de um telefonema.
Rafael conta que em muitos lugares é tachado de louco, por sair cruzando o país em uma bicicleta, mas o rapaz não se importa. Ele na verdade tem grandes objetivos. Pretende transformar sua saga em livro e melhorar as condições de sua família. E para isso ele está preparado. São diversas pastas com fotos, um diário detalhado de suas experiências, recortes de jornais e sites com reportagens que testemunham sua viagem.
O viajante não se limitou a passar apenas pelas cidades. Ele parou para conhecer todas que estivessem em seu caminho. Dependendo da recepção ficava. Em Joinville ele chegou na última sexta feira. E como aqui foi bem recebido e contou com um albergue para sua estada, resolveu passar o fim de semana e seguir viagem apenas hoje. “Gostaria de agradecer ao pessoal de Joinville, e da Porto Seguro, que mantém o albergue, fui muito bem recebido aqui.”
Rafael conta que faltam apenas 3 Estados para visitar: São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Justamente os estados onde seu projeto de lançar um livro com suas aventuras poderá ser viabilizado mais facilmente. Financeiramente o rapaz conta apenas com a colaboração das pessoas pelos lugares onde passa, e eventualmente faz alguns trabalhos de serviços gerais para garantir algum dinheiro.

Quem quiser acompanhar essa jornada basta adicionar no msn ou acessar no orkut o perfil leaorafa@hotmail.com e ver as mais de 1.200 fotos das mais diversas regiões do Brasil.

O ciclista Rafael Oliveira, 23 anos, deixou sua casa, em Itacaré, na Bahia para realizar um sonho de infância: Conhecer o Brasil. O rapaz que já está na estrada há 17 meses conta que o brasileiro não conhece o Brasil. “Precisamos conhecer nosso país. Ele é infinito em belezas”.
Nesta jornada, Rafael já passou por 23 estados. De Itacaré percorreu todo o Nordeste, Norte, foi até o Acre contornando a Amazônia, descendo pela região das fronteiras, desceu pelo oeste do Paraná e Santa Catarina até alcançar Porto Alegre.
No trajeto de volta para casa, subiu por Santa Catarina pela BR-101 e esteve na região do Vale do Itajaí, justamente durante o período das catástrofes causadas pela chuva. “Naquela semana liguei para minha mãe na Bahia e ela ficou com muito medo ao acompanhar as notícias, pois sabia que eu estava em Blumenau.” O alivio só veio através de um telefonema.
Rafael conta que em muitos lugares é tachado de louco, por sair cruzando o país em uma bicicleta, mas o rapaz não se importa. Ele na verdade tem grandes objetivos. Pretende transformar sua saga em livro e melhorar as condições de sua família. E para isso ele está preparado. São diversas pastas com fotos, um diário detalhado de suas experiências, recortes de jornais e sites com reportagens que testemunham sua viagem.
O viajante não se limitou a passar apenas pelas cidades. Ele parou para conhecer todas que estivessem em seu caminho. Dependendo da recepção ficava. Em Joinville ele chegou na última sexta feira. E como aqui foi bem recebido e contou com um albergue para sua estada, resolveu passar o fim de semana e seguir viagem apenas hoje. “Gostaria de agradecer ao pessoal de Joinville, e da Porto Seguro, que mantém o albergue, fui muito bem recebido aqui.”
Rafael conta que faltam apenas 3 Estados para visitar: São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Justamente os estados onde seu projeto de lançar um livro com suas aventuras poderá ser viabilizado mais facilmente. Financeiramente o rapaz conta apenas com a colaboração das pessoas pelos lugares onde passa, e eventualmente faz alguns trabalhos de serviços gerais para garantir algum dinheiro.

Quem quiser acompanhar essa jornada basta adicionar no msn ou acessar no orkut o perfil leaorafa@hotmail.com e ver as mais de 1.200 fotos das mais diversas regiões do Brasil.
sábado, 6 de dezembro de 2008
Ajuda às montadoras será votada na próxima semana

A presidente da Câmara de Representantes (deputados) dos Estados Unidos, Nancy Pelosi, anunciou na última sexta-feira que o projeto de lei para resgatar as "três grandes" do setor automobilístico do país -- General Motors, Ford e Chrysler -- será votado na semana que vem.
General Motors, Ford e Chrysler pedem que o governo libere um total de US$ 34 bilhões --um valor mais de US$ 9 bilhões maior do que o solicitado há duas semanas.
"Espero que o projeto seja apresentado para sua votação na Câmara na próxima semana", disse Pelosi, em nota à imprensa.
Ela acrescentou que a perda de meio milhão de postos de trabalho divulgada nesta sexta-feira (5), que se seguiu a dois dias de audiências no Congresso dos executivos dessa indústria, deixou claro que o Poder Legislativo deve oferecer uma ajuda "limitada" e em curto prazo ao setor.
"O Congresso insistirá em que qualquer legislação inclua um mecanismo de supervisão rigoroso para garantir que os contribuintes estejam protegidos e que os recursos sejam dirigidos a assegurar a viabilidade e a competitividade da indústria automobilística americana em longo prazo", afirmou.
A General Motors, a Chrysler e a Ford divulgaram nesta semana detalhes dos planos para reerguer as companhias, o que depende da liberação das verbas do governo.
As montadoras prometeram cortar custos, reduzir seu nível de endividamento e investir em tecnologias verdes.
Além disso, os presidentes das empresas se comprometeram a trabalhar por um salário de US$ 1 por ano, caso o governo americano aprove as verbas emergenciais.
Canadá
Como parte da ajuda, GM, Ford e Chrysler pediram ao governo do Canadá 6,8 bilhões de dólares canadenses (US$ 5,44 bilhões) de ajuda financeira em conjunto para enfrentar a crise.
A GM pediu US$ 1,92 bilhão a longo prazo, mais um empréstimo imediato de emergência de US$ 640 milhões. A Chrysler solicitou um empréstimo imediato de US$ 640 milhões e outros US$ 640 milhões de ajudas. Por sua parte, a Ford solicitou uma linha de crédito.
O presidente da Chrysler Canadá, Reid Bigland, afirmou através de um comunicado que o pedido "de um empréstimo temporário e que será totalmente pago pelos Governos do Canadá e Ontário é realmente duplo".
Segundo os dados do setor, ao redor de 12% do Produto Interno Bruto (PIB) do setor industrial canadense procede do setor do automóvel, que emprega 500 mil pessoas, em sua maior parte na província de Ontário.
Da Folha de S. Paulo
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Aprovação do presidente Lula bate novo recorde, mostra Datafolha

A taxa de aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva bateu novo recorde em novembro, atingindo o maior patamar já registrado por um presidente brasileiro desde a redemocratização do país, mostrou pesquisa divulgada nesta sexta-feira.
De acordo com levantamento feito pelo Datafolha, e publicado na edição desta sexta-feira do jornal Folha de S.Paulo, a avaliação positiva (soma de notas ótimo e bom) do presidente atingiu 70 por cento, batendo o recorde anterior, que também já era de Lula, de 64 por cento de aprovação em setembro.
O levantamento mostra que 23 por cento avaliam o presidente como regular e 7 por cento como ruim ou péssimo.
A pesquisa, feita entre os dias 25 e 28 de novembro, mostra que Lula conta com avaliação positiva em todos os segmentos socioeconômicos e regiões do país.
O levantamento foi publicado em uma semana em que foram feitos anúncios de demissões em grandes companhias do país, como a Vale, e em que a indústria informou que as vendas de veículos despencaram pelo segundo mês consecutivo em novembro.
O levantamento apurou que 27 por cento dos brasileiros ainda não tomaram conhecimento da atual crise financeira internacional.
O Datafolha ouviu 3.486 pessoas, com mais de 16 anos de idade, em todo país. A margem de erro máxima é de 2 pontos percentuais, para cima ou para baixo.
As melhores notas obtidas pelos presidentes que antecederam Lula no cargo depois da redemocratização do país no final dos anos de 1980 estão longe do patamar alcançado pelo petista.
O melhor desempenho registrado pelo tucano Fernando Henrique Cardoso, por exemplo, foi 47 por cento de aprovação em dezembro de 1996. Itamar Franco obteve 41 por cento de avaliação positiva em dezembro de 1994, seguido por Fernando Collor, que em junho de 1990 registrava 36 por cento de avaliação postiva entre os brasileiros.
Da Agência de Notícias Reuters
Justiça suspende portaria do Detran no Estado
Da Redação
Uma liminar concedida nesta sexta-feira pelo juiz Luiz Antônio Zanini Fornerolli, da Vara da Fazenda Pública da Capital, suspendeu em todo o Estado a portaria 39 emitida pelo Detran-SC que cobrava o registro em cartório do contrato de financiamento de veículos alienados para a liberação de documentos do veículo.
Para o Ministério Público de Santa Catarina – autor da ação judicial – o Detran estaria cobrando uma nova taxa a ser paga aos cartórios por quem contrai financiamento e segundo o promotor Fábio Trajano, a portaria não tem amparo legal.
Qualquer outro meio de tornar obrigatório o registro de financiamentos de veículos em cartório também está proibido pela mesma liminar.
Uma liminar concedida nesta sexta-feira pelo juiz Luiz Antônio Zanini Fornerolli, da Vara da Fazenda Pública da Capital, suspendeu em todo o Estado a portaria 39 emitida pelo Detran-SC que cobrava o registro em cartório do contrato de financiamento de veículos alienados para a liberação de documentos do veículo.
Para o Ministério Público de Santa Catarina – autor da ação judicial – o Detran estaria cobrando uma nova taxa a ser paga aos cartórios por quem contrai financiamento e segundo o promotor Fábio Trajano, a portaria não tem amparo legal.
Qualquer outro meio de tornar obrigatório o registro de financiamentos de veículos em cartório também está proibido pela mesma liminar.
Joinville registra aumento de 4,18% em matrículas do ensino fundamental
Da Redação
A partir de 2009, mais crianças passarão a estudar no ensino fundamental oferecido pelo município. O número de alunos matriculados passou de 45.969 este ano para 47.975, um acréscimo de 4,18%.
Na educação infantil [0 a 5 anos] o número chega a 9.550 alunos matriculados. A Secretaria de Educação lembra que não constam nesses números as vagas a serem oferecidas após a conclusão dos cinco novos Centros de Educação Infantil em construção, cada um com 217 vagas.
Segundo o secretário municipal de Educação, Sylvio Sniecikovski, “esse acréscimo é também um reflexo da transferência de turmas de seis anos para as escolas”, explica o secretário Sylvio Sniecikovski. A mudança resultou em 550 novas matrículas nos CEIs.
Das dez escolas com turno intermediário em 2008, seis iniciarão o próximo
ano letivo com 1.127 alunos no horário especial. A eliminação nas quatro
escolas é resultado do remanejamento de alunos com base no zoneamento e, a
entrega de duas escolas – Luiz Gomes e Nelson Miranda – que está em fase de conclusão.
A partir de 2009, mais crianças passarão a estudar no ensino fundamental oferecido pelo município. O número de alunos matriculados passou de 45.969 este ano para 47.975, um acréscimo de 4,18%.
Na educação infantil [0 a 5 anos] o número chega a 9.550 alunos matriculados. A Secretaria de Educação lembra que não constam nesses números as vagas a serem oferecidas após a conclusão dos cinco novos Centros de Educação Infantil em construção, cada um com 217 vagas.
Segundo o secretário municipal de Educação, Sylvio Sniecikovski, “esse acréscimo é também um reflexo da transferência de turmas de seis anos para as escolas”, explica o secretário Sylvio Sniecikovski. A mudança resultou em 550 novas matrículas nos CEIs.
Das dez escolas com turno intermediário em 2008, seis iniciarão o próximo
ano letivo com 1.127 alunos no horário especial. A eliminação nas quatro
escolas é resultado do remanejamento de alunos com base no zoneamento e, a
entrega de duas escolas – Luiz Gomes e Nelson Miranda – que está em fase de conclusão.
"Música de Emergência" para arrecadar donativos

Organizações Sociais e Estudantis, bandas alternativas de Joinville e Voluntários unem forças num espírito de companheirismo e de solidariedade e farão uma apresentação especial com o propósito de angariar mantimentos para as vítimas das chuvas. Nas devidas proporções deste episódio trágico é necessário o apoio com o máximo de urgência, por isso o evento denomina-se "Música de Emergência", a emergência nas circunstâncias em que as famílias se encontram para receber suprimentos básicos e continuar na luta pela sobrevivência. A lista de materiais solicitados estará sendo divulgada conforme as necessidades observadas pela defesa civil. O Evento será realizado no dia 06 de dezembro de 2008 na Estação da Memória (Ferroviária), a partir das 14h. Já estão confirmadas as bandas Cultura Monstro, Ellisa e A Coisa.
Os donativos serão entregues no domingo, dia 07.
Outras Informações:
Marcelo Cardozo (organização e integrante da banda Cultura Monstro): 47 9651 3678
Eduardo Bez (integrante do CALHEV): 47 9936 0904
Produção industrial recua, em outubro, em dez dos 14 locais pesquisados pelo IBGE
A queda de 1,7% na produção industrial brasileira, registrada em outubro em relação a setembro, reflete a retração do setor em dez dos 14 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de acordo com os dados regionalizados divulgados hoje (5).
Os dados do IBGE apontam que o indicador mês/mês (descontados os efeitos sazonais) mostrou que as quedas mais acentuadas, tomando por base a média nacional (-1,7%), ocorreram no Espírito Santo (-5,7%), Rio Grande do Sul (-5,5%) e Região Nordeste (-5,1%). Bahia (-3,9%), Amazonas (-3,5%), Pernambuco (-3,1%), Santa Catarina (-2,2%) e Minas Gerais (-1,9%) também ficaram abaixo da média nacional (-1,7%). As menores quedas ocorreram em São Paulo (-0,2%) e Rio de Janeiro (-0,6%).
Na comparação de outubro deste ano com igual mês do ano passado, as taxas foram positivas em dez das 14 regiões. Já o índice acumulado no ano apontou crescimento em todas as áreas investigadas.
Os estados que tiveram resultado positivo na comparação de setembro com outubro foram Pará (3,1%), Goiás (2,5%), Ceará (1,3%) e Paraná (1,2%).
O levantamento do IBGE indica ainda que no confronto entre outubro deste ano e outubro de 2007, que ficou em 0,8% na média nacional, os índices foram positivos em dez dos 14 locais, com destaque para o Pará (8,9%). Goiás (4,2%), Paraná (3,9%), Ceará (2,9%), São Paulo (2,5%), Pernambuco (2,2%), Amazonas (2,0%), Rio Grande do Sul (1,7%) e Minas Gerais (1,2%) também tiveram taxas superiores à média nacional de 0,8%.
Já o Rio de Janeiro (0,3%) ficou muito próximo ao patamar de outubro de 2007. Nessa comparação, os locais com recuo na produção foram: Região Nordeste (-3,3%), Espírito Santo (-2,7%), Santa Catarina (-2,4%) e Bahia (-0,6%).
“Vale mencionar que o mês de outubro, embora com um dia útil a mais que outubro de 2007, está marcado por quedas importantes em setores que concederam férias coletivas não planejadas ou efetuaram paralisações técnicas não programadas, num contexto de aumento da incerteza no ambiente econômico internacional” informa o IBGE.
Para o instituto, a influência desses fatores “fica evidente” no confronto entre o ritmo de produção do período julho-setembro com o de outubro: todos os locais, à exceção do Pará, mostraram perda de ritmo entre os dois períodos. As maiores perdas foram observadas no Espírito Santo (de 12,4% para -2,7%), Paraná (de 11,2% para 3,9%) e Bahia (de 6,1% para -0,6%).
Já no indicador acumulado para os dez primeiros meses do ano, as taxas positivas alcançaram todos os locais. Acima dos 5,8% assinalados na média nacional, situam-se Espírito Santo (12,9%), Paraná (10,4%), Goiás (10,2%), São Paulo (8,0%), Pará (7,2%), Pernambuco (6,5%), Amazonas (6,4%) e Minas Gerais (6,0%).
Nesses locais, segundo o IBGE, os fatores como o dinamismo dos produtos tipicamente de exportação, em especial as commodities (minérios de ferro, açúcar, celulose e produtos siderúrgicos) e a forte presença da indústria automobilística e dos setores produtores de máquinas e equipamentos “foram determinantes no desempenho industrial”.
Os dados do IBGE apontam que o indicador mês/mês (descontados os efeitos sazonais) mostrou que as quedas mais acentuadas, tomando por base a média nacional (-1,7%), ocorreram no Espírito Santo (-5,7%), Rio Grande do Sul (-5,5%) e Região Nordeste (-5,1%). Bahia (-3,9%), Amazonas (-3,5%), Pernambuco (-3,1%), Santa Catarina (-2,2%) e Minas Gerais (-1,9%) também ficaram abaixo da média nacional (-1,7%). As menores quedas ocorreram em São Paulo (-0,2%) e Rio de Janeiro (-0,6%).
Na comparação de outubro deste ano com igual mês do ano passado, as taxas foram positivas em dez das 14 regiões. Já o índice acumulado no ano apontou crescimento em todas as áreas investigadas.
Os estados que tiveram resultado positivo na comparação de setembro com outubro foram Pará (3,1%), Goiás (2,5%), Ceará (1,3%) e Paraná (1,2%).
O levantamento do IBGE indica ainda que no confronto entre outubro deste ano e outubro de 2007, que ficou em 0,8% na média nacional, os índices foram positivos em dez dos 14 locais, com destaque para o Pará (8,9%). Goiás (4,2%), Paraná (3,9%), Ceará (2,9%), São Paulo (2,5%), Pernambuco (2,2%), Amazonas (2,0%), Rio Grande do Sul (1,7%) e Minas Gerais (1,2%) também tiveram taxas superiores à média nacional de 0,8%.
Já o Rio de Janeiro (0,3%) ficou muito próximo ao patamar de outubro de 2007. Nessa comparação, os locais com recuo na produção foram: Região Nordeste (-3,3%), Espírito Santo (-2,7%), Santa Catarina (-2,4%) e Bahia (-0,6%).
“Vale mencionar que o mês de outubro, embora com um dia útil a mais que outubro de 2007, está marcado por quedas importantes em setores que concederam férias coletivas não planejadas ou efetuaram paralisações técnicas não programadas, num contexto de aumento da incerteza no ambiente econômico internacional” informa o IBGE.
Para o instituto, a influência desses fatores “fica evidente” no confronto entre o ritmo de produção do período julho-setembro com o de outubro: todos os locais, à exceção do Pará, mostraram perda de ritmo entre os dois períodos. As maiores perdas foram observadas no Espírito Santo (de 12,4% para -2,7%), Paraná (de 11,2% para 3,9%) e Bahia (de 6,1% para -0,6%).
Já no indicador acumulado para os dez primeiros meses do ano, as taxas positivas alcançaram todos os locais. Acima dos 5,8% assinalados na média nacional, situam-se Espírito Santo (12,9%), Paraná (10,4%), Goiás (10,2%), São Paulo (8,0%), Pará (7,2%), Pernambuco (6,5%), Amazonas (6,4%) e Minas Gerais (6,0%).
Nesses locais, segundo o IBGE, os fatores como o dinamismo dos produtos tipicamente de exportação, em especial as commodities (minérios de ferro, açúcar, celulose e produtos siderúrgicos) e a forte presença da indústria automobilística e dos setores produtores de máquinas e equipamentos “foram determinantes no desempenho industrial”.
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
Ideli e Tião Viana de olho na mídia
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Pré-candidato oficial do PT à presidência do Senado Federal, o acreano Tião Viana analisa as reportagens publicadas pela mídia, sob o olhar atento da vice-líder do PT na casa, Ideli Salvatti (SC). O documento que os dois estavam concentrados é elaborado pelo departamento de imprensa do Senado. Trata-se de um compêndio do que é publicado a respeito dos senadores nos jornais, sites, rádios e canais de televisão. Porém nem todos os jornais têm garantido seu espaço no caderno diário. A ausência do colunista Cláudio Humberto, ex-assessor do então presidente Collor, foi destacada esta semana pelo senador da oposição Heráclito Fortes (DEM-PI). Da tribuna do Senado, Fortes disse achar estranho que a coluna não faça parte do compêndio.
Ricardo Wegrzynovski
Gazeta de Joinville / Brasília
Árvore de Natal na Esplanada dos Ministérios custa R$ 2,3 milhões
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Bonita a árvore não é? Pois então, só que ela custou R$ 2,3 milhões. A árvore está instalada na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A inauguração está prevista para o próximo sábado, dia 6.
O jornal Correio Braziliense fez reportagem explicando os detalhes:
Governo gastará R$ 2, 3 milhões com árvore de Natal na Esplanada
Thomaz Pires
Montada próximo à Catedral, a árvore de natal de Brasília promete surpreender o público neste fim de ano. A novidade é a tecnologia de iluminação, além da altura da ornamentação. Segundo a Secretaria de Cultura, a estrutura possui 61 metros de comprimento, equivalente a um prédio de 20 andares. Os investimentos representaram um custo de R$ 2,3 milhões aos cofres do governo, que comenta ainda nesta tarde o projeto.
A ornamentação receberá uma animação em vídeo com imagens da cidade. A inauguração da árvore acontece somente no próximo dia 6. A previsão da Secretaria de Cultura é que a estrutura seja mantida no local até a primeira semana de janeiro do próximo ano.
Em 2007 não houve árvore montada na Esplanada dos Ministérios. A ornamentação foi simbolizada apenas pela Torre de Televisão, que teve um sistema de iluminação simples. Para a idealizadora do projeto deste ano, Edilane Oliveira, quem passar pelo local irá sentir grande diferença. "A árvore poderá ser vista dos quatro cantos da cidade. Será o grande cartão postal da cidade neste fim de ano, com uma iluminação inédita", garante.
A árvore deste fim de ano utiliza a tecnologia que produz ondas eletromagnéticas que formam um "cluster" (pontos de luz). Serão distribuídos em toda a árvore 21 mil "clusters" com três cores básicas (vermelho, verde e azul). Ao todo, o conjunto formará 16 milhões de pontos, produzindo um efeito especial. O projeto contou com o apoio de mais de 160 profissionais.
Investimento
Segundo a Empresa Brasiliense de Turismo (Brasiliatur), a intenção para este ano foi ampliar o investimento no enfeite da cidade. Com decoração e shows o governo local destinará R$ 7 milhões, muito mais do que os R$ 2,5 milhões gastos em 2007. No ano passado o Ministério Público chegou a questionar o valor de R$ 250 mil gastos com brinquedos infláveis para a festa de fim de ano.
A expectativa é que a partir de 4 de dezembro toda a decoração esteja pronta. No ano passado, de acordo com dados da Brasiliatur, 80 mil pessoas visitaram o presépio e 50 mil passaram pela Vila do Papai Noel. A expectativa é que o número fique ainda maior neste ano.
Empresários catarinenses serão recebidos por ministro da Fazenda
“Mantega receberá empresários catarinenses na terça (9)”, informa Ideli
A lider do PT e do Bloco de Apoio ao Governo, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), informa que está confirmada, para a próxima terça-feira (9), uma reunião entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e os empresários catarinenses.
Segundo Ideli, que articulou o encontro, o ministro Mantega disse que tem ciência das reivindicações dos vários setores da indústria de Santa Catarina. Porém, reconhece a necessidade de adotar medidas compensatórias para que as perdas não ocasionem desemprego e diminuição da arrecadação estadual. As perdas acumuladas pelos exportadores são crescentes por dois motivos - devido à destruição do Porto de Itajaí e do rompimento do fornecimento de gás por causa da explosão ocorrida no gasoduto da SCGás, no município de Gaspar.
“Nossa tarefa é garantir que o ministro ofereça alternativas para novas linhas de financiamento para o setor produtivo e promova desoneração de impostos. Temos que oferecer uma solução rápida, também, para a indústria de cerâmica que foi atingida pela destruição do gasoduto em Gaspar”, lembrou Ideli, acrescentando que as perdas diárias desse setor chegam a R$ 5 milhões.
Para a líder, a rapidez de ação do governo Lula tem sido a resposta para enfrentar a tragédia que se abateu no estado e a área econômica não medirá esforços para amainar os prejuízos causados à Santa Catarina. “Tivemos uma reposta rápida que veio através da MP na forma de recursos de diversos ministérios, mas precisamos de uma ação dirigida para o empresariado catarinense. São os empresários, afinal, que geram empregos e garantem o crescimento de um dos estados mais prósperos deste País”, afirmou Ideli.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Liderança do PT no Senado
Por Ricardo Wegrzynovski
Gazeta de Joinville / Brasília
A lider do PT e do Bloco de Apoio ao Governo, senadora Ideli Salvatti (PT-SC), informa que está confirmada, para a próxima terça-feira (9), uma reunião entre o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e os empresários catarinenses.
Segundo Ideli, que articulou o encontro, o ministro Mantega disse que tem ciência das reivindicações dos vários setores da indústria de Santa Catarina. Porém, reconhece a necessidade de adotar medidas compensatórias para que as perdas não ocasionem desemprego e diminuição da arrecadação estadual. As perdas acumuladas pelos exportadores são crescentes por dois motivos - devido à destruição do Porto de Itajaí e do rompimento do fornecimento de gás por causa da explosão ocorrida no gasoduto da SCGás, no município de Gaspar.
“Nossa tarefa é garantir que o ministro ofereça alternativas para novas linhas de financiamento para o setor produtivo e promova desoneração de impostos. Temos que oferecer uma solução rápida, também, para a indústria de cerâmica que foi atingida pela destruição do gasoduto em Gaspar”, lembrou Ideli, acrescentando que as perdas diárias desse setor chegam a R$ 5 milhões.
Para a líder, a rapidez de ação do governo Lula tem sido a resposta para enfrentar a tragédia que se abateu no estado e a área econômica não medirá esforços para amainar os prejuízos causados à Santa Catarina. “Tivemos uma reposta rápida que veio através da MP na forma de recursos de diversos ministérios, mas precisamos de uma ação dirigida para o empresariado catarinense. São os empresários, afinal, que geram empregos e garantem o crescimento de um dos estados mais prósperos deste País”, afirmou Ideli.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Liderança do PT no Senado
Por Ricardo Wegrzynovski
Gazeta de Joinville / Brasília
Elevadores quebrados do São José cancelam cirurgias
Rogério Giessel – rogeriogiessel@hotmail.com
As mazelas do hospital Municipal São José, em Joinville, parecem se potencializar a uma velocidade impressionante. Hoje, dia 4, foi a vez das cirurgias serem canceladas devido a ausência de manutenção nos elevadores. Funcionários afirmam que somente intervenções cirúrgicas de extrema urgência estão sendo realizadas, e mesmo assim, o paciente é carregado sacolejando em uma maca pelas escadarias do hospital até o centro cirúrgico, que fica no quarto andar.
Avaria previsível
A situação poderia ter sido evitada, já que dos dois elevadores, um já não funcionava há muito tempo, fator que sobrecarregou o único elevador em atividade. Para piorar ainda mais o cenário de guerra, o principal autoclave, equipamento que serve para a esterilização dos instrumentos cirúrgicos, também não funcionava na manhã dessa quinta-feira.
As mazelas do hospital Municipal São José, em Joinville, parecem se potencializar a uma velocidade impressionante. Hoje, dia 4, foi a vez das cirurgias serem canceladas devido a ausência de manutenção nos elevadores. Funcionários afirmam que somente intervenções cirúrgicas de extrema urgência estão sendo realizadas, e mesmo assim, o paciente é carregado sacolejando em uma maca pelas escadarias do hospital até o centro cirúrgico, que fica no quarto andar.
Avaria previsível
A situação poderia ter sido evitada, já que dos dois elevadores, um já não funcionava há muito tempo, fator que sobrecarregou o único elevador em atividade. Para piorar ainda mais o cenário de guerra, o principal autoclave, equipamento que serve para a esterilização dos instrumentos cirúrgicos, também não funcionava na manhã dessa quinta-feira.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Crescimento do Brasil pode ser prejudicado pela falta de engenheiros no mercado
Postado por: Rogério Giessel
O número de engenheiros no Brasil é insuficiente para o crescimento previsto para o país. O alerta foi dado hoje (3) pelo presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Pinheiro, durante o Congresso Mundial de Engenheiros, que está sendo realizado em Brasília. O presidente Lula participou do evento e associou a carência desses profissionais aos 20 anos de estagnação econômica no Brasil.
“Se o número de vagas no mercado de trabalho hoje é maior do que o número de engenheiros, muito disso se deve à estagnação da nossa economia durante as décadas de 80 e 90, o que causou queda na demanda por esses profissionais e, conseqüentemente, no interesse pela profissão”, disse Lula.
Segundo o presidente, o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) transformou o país num canteiro de obras, e isso representa um estímulo para a formação de novos engenheiros. “O Estado precisa ser um indutor da economia deste país. Acabou aquele tempo em que, por causa de uma crise qualquer, o Estado passava a se encolher”, declarou.
Também presente no evento, o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que “as críticas que objetivavam tirar do Estado a capacidade de investir prejudicaram a engenharia nacional”.
Para o presidente da FNE, a estagnação é, até hoje, o problema que mais prejudica a engenharia. “O mercado está apenas aquecendo, e já temos um déficit considerável de profissionais sendo formados”. Murilo Pinheiro informou que anualmente entram para o mercado 30 mil novos engenheiros, quando o mínimo deveria ser de 60 mil. “É pouco, porque quanto mais desenvolvimento e crescimento o país conquistar, de mais engenheiros precisará.”
Agência Brasil
O número de engenheiros no Brasil é insuficiente para o crescimento previsto para o país. O alerta foi dado hoje (3) pelo presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Pinheiro, durante o Congresso Mundial de Engenheiros, que está sendo realizado em Brasília. O presidente Lula participou do evento e associou a carência desses profissionais aos 20 anos de estagnação econômica no Brasil.
“Se o número de vagas no mercado de trabalho hoje é maior do que o número de engenheiros, muito disso se deve à estagnação da nossa economia durante as décadas de 80 e 90, o que causou queda na demanda por esses profissionais e, conseqüentemente, no interesse pela profissão”, disse Lula.
Segundo o presidente, o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) transformou o país num canteiro de obras, e isso representa um estímulo para a formação de novos engenheiros. “O Estado precisa ser um indutor da economia deste país. Acabou aquele tempo em que, por causa de uma crise qualquer, o Estado passava a se encolher”, declarou.
Também presente no evento, o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia (PT-SP), disse que “as críticas que objetivavam tirar do Estado a capacidade de investir prejudicaram a engenharia nacional”.
Para o presidente da FNE, a estagnação é, até hoje, o problema que mais prejudica a engenharia. “O mercado está apenas aquecendo, e já temos um déficit considerável de profissionais sendo formados”. Murilo Pinheiro informou que anualmente entram para o mercado 30 mil novos engenheiros, quando o mínimo deveria ser de 60 mil. “É pouco, porque quanto mais desenvolvimento e crescimento o país conquistar, de mais engenheiros precisará.”
Agência Brasil
Últimos dias para as inscrições aos mestrados gratuitos da Udesc-Joinville
Os interessados em concorrer a uma das doze vagas para o programa de Mestrado em Física da Udesc-Joinville, tem até o dia 10 de dezembro para se inscrever no processo seletivo. Poderão se inscrever os candidatos portadores de diploma de bacharel ou licenciatura plena em física, química, matemática ou bacharel em engenharia.
Casos especiais poderão ser analisados pelo colegiado de pós-graduação. São 12 vagas. O programa do mestrado em Física tem quatro linhas de pesquisa: Dinâmica Não-Linear; Matéria Condensada Teórica; Óptica e Física Atômica e Molecular; e Relatividade e Cosmologia. Os candidatos irão passar por uma prova escrita e entrevista.
E as inscrições ao processo seletivo ao Mestrado Profissional em Engenharia Elétrica podem ser feitos até o dia 15 de dezembro. São 20 vagas. Podem se inscrever portadores de diploma de graduação em áreas afim, com disponibilidade de tempo integral. As áreas de pesquisas oferecidas são Automação da Manufatura e Controles e Acionamentos Elétricos.
O curso visa também qualificar docentes de alto nível para o exercício do magistério superior, capacitando-os a entender o processo científico e tecnológico da geração e difusão do conhecimento. Os candidatos inscritos serão avaliados quanto ao currículo escolar, analise das cartas de referência, plano de trabalho e entrevista.
O mestrado em Ciência e Engenharia de Materiais encerrou as inscrições no dia 2 de dezembro, foram homologadas onze inscrições.
Bolsas
Os melhores classificados no processo seletivo podem concorrer a bolsas PROMOP fornecida pela UDESC, CAPES, CNPq e outras instituições de fomento de âmbito regional. O requisito principal é não ter vínculo empregatício.
As inscrições serão realizadas na Coordenação da Secretaria de Ensino de Pós-Graduação do Centro de Ciências Tecnológicas - CCT/UDESC Joinville (Campus Universitário Professor Avelino Marcante, s/n - Bom Retiro 89223-100 - Joinville - SC), pessoalmente ou por procuração, no horário das 8 às 11 horas e das 13 às 16 horas, exceto sábado e domingo.
Os documentos exigidos e a ficha de inscrição estão disponíveis no site http://www.joinville.udesc.br, no link pesquisa e pós-graduação, ou na Coordenação da Secretaria de Ensino de Pós-Graduação, no bloco A.
Mais informações no telefone 40 09 7914.
Assessoria de imprensa Udesc Joinville.
Casos especiais poderão ser analisados pelo colegiado de pós-graduação. São 12 vagas. O programa do mestrado em Física tem quatro linhas de pesquisa: Dinâmica Não-Linear; Matéria Condensada Teórica; Óptica e Física Atômica e Molecular; e Relatividade e Cosmologia. Os candidatos irão passar por uma prova escrita e entrevista.
E as inscrições ao processo seletivo ao Mestrado Profissional em Engenharia Elétrica podem ser feitos até o dia 15 de dezembro. São 20 vagas. Podem se inscrever portadores de diploma de graduação em áreas afim, com disponibilidade de tempo integral. As áreas de pesquisas oferecidas são Automação da Manufatura e Controles e Acionamentos Elétricos.
O curso visa também qualificar docentes de alto nível para o exercício do magistério superior, capacitando-os a entender o processo científico e tecnológico da geração e difusão do conhecimento. Os candidatos inscritos serão avaliados quanto ao currículo escolar, analise das cartas de referência, plano de trabalho e entrevista.
O mestrado em Ciência e Engenharia de Materiais encerrou as inscrições no dia 2 de dezembro, foram homologadas onze inscrições.
Bolsas
Os melhores classificados no processo seletivo podem concorrer a bolsas PROMOP fornecida pela UDESC, CAPES, CNPq e outras instituições de fomento de âmbito regional. O requisito principal é não ter vínculo empregatício.
As inscrições serão realizadas na Coordenação da Secretaria de Ensino de Pós-Graduação do Centro de Ciências Tecnológicas - CCT/UDESC Joinville (Campus Universitário Professor Avelino Marcante, s/n - Bom Retiro 89223-100 - Joinville - SC), pessoalmente ou por procuração, no horário das 8 às 11 horas e das 13 às 16 horas, exceto sábado e domingo.
Os documentos exigidos e a ficha de inscrição estão disponíveis no site http://www.joinville.udesc.br, no link pesquisa e pós-graduação, ou na Coordenação da Secretaria de Ensino de Pós-Graduação, no bloco A.
Mais informações no telefone 40 09 7914.
Assessoria de imprensa Udesc Joinville.
Senai abre vagas para cursos gratuitos em Joinville

Inscrições podem ser feitas até dia 12 de dezembro
O Senai abre inscrições para cursos gratuitos de aprendizagem industrial em todo o estado. São mais de 4 mil vagas do total de 11 mil em cursos regulares que a instituição abre para 2009. Em Joinville, a aprendizagem inscreve até 12 de dezembro.
Os cursos de aprendizagem industrial são totalmente gratuitos, oferecidos aos jovens com idade de 14 a 24 anos, estimulando a busca pelo primeiro emprego. Como são oferecidos em parceria com empresas, os cursos oferecem excelente oportunidade de aplicação prática e a possibilidade de uma futura contratação.
Mais informações podem ser obtidas nas próprias unidades do SENAI/SC, no site www.sc.senai.br ou pelo 0800 48 1212.
Confira os cursos disponíveis:
JOINVILLE
Aprendizagem (gratuitos): Joinville Norte - Ajustador Mecânico (matutino e vespertino), Desenhista Mecânico, Eletricista de Manutenção (matutino e vespertino), Eletrônico de Manutenção Industrial, Mecânico de Usinagem (matutino e vespertino), Oficial de Edificações, Confeccionador de Moldes e Roupas (matutino e vespertino), Soldador Mecânico, Suporte e Manutenção em Microcomputadores e Redes Locais;
Joinville Sul ¿ Desenhista Mecânico (matutino e vespertino), Eletricista de Manutenção (matutino e vespertino), Mecânico de Automóveis e Caminhões (matutino e vespertino), Mecânico de Usinagem (matutino e vespertino), Padeiro e Confeiteiro.
Tarso diz que ninguém está acima da lei e que Brasil não está acostumado a ver figurões presos

O ministro Tarso Genro (Justiça) comemorou nesta quarta-feira a decisão do Judiciário de condenar o banqueiro Daniel Dantas, do Opportunity, a dez anos de prisão por corrupção ativa. Sem entrar no mérito da decisão, Tarso afirmou que o país vive um momento de "harmonia" entre as instituições, que cumprem suas funções, sem diferenciar os denunciados. "O Brasil não estava acostumado a ver figurões e aqui não estou julgando se ele é culpado ou não", disse.
Para o ministro, a sentença de condenação de Dantas, mesmo que reformulada, deve ser compreendida como um avanço. "A grande conquista desse período é a conquista da naturalização: ninguém está acima da lei, ninguém está acima do poder inquisitório da polícia, ninguém está acima do Ministério Público, quando ele age dentro das formalidades legais", afirmou.
Tarso afirmou que decisões envolvendo pessoas públicas provocam sempre controvérsias e rumores. "O inquérito com figuras públicas, proeminentes, que têm relação com todos os partidos e os setores da sociedade, sempre é um inquérito que gera controvérsia. Nós temos que aprender isso no Brasil. E ver isso com naturalidade", disse.
Para o ministro, o país deve se habituar ao novo momento que vive. "Seja a sentença mantida ou reformada. É um momento que se deve comemorar porque as relações entre os Poderes estão cada vez mais harmônicas. E quando o processo chega [a este ponto] é uma vitória da democracia e todas as facções políticas e da cidadania", afirmou.
Tarso elogiou ainda a harmonia entre as instituições envolvidas no processo da Operação Satiagraha, da Polícia Federal. "O importante é o funcionamento pleno das instituições trabalhando de maneira harmônica e integrada. O Ministério Público como fiscal da lei e promotor da ação da lei, trabalhando normalmente. A Polícia Federal trabalhando normalmente, inquirindo. E o Poder Judiciário, julgando de forma independente. E o mérito da sentença que será examinado pelo Poder Judiciário."
Sentença
Na última terça-feira, o juiz Fausto De Sanctis, da 6ª Vara Criminal, condenou o banqueiro pela acusação de tentativa de suborno a um delegado da Polícia Federal para ter seu nome excluído das investigações da Satiagraha.
Foram condenados também o consultor Hugo Chicaroni e o assessor de Dantas, Humberto Braz, a sete anos e um mês de prisão, cada um.
Mas, em nota, a defesa de Dantas afirmou já ter pedido a anulação do julgamento e que as provas são "fraudadas".
"O processo julgado é absolutamente nulo. Não houve o crime atribuído, sua defesa foi cerceada, as provas são fraudadas e o magistrado impediu a perícia indispensável à demonstração da improcedência da acusação. [...] A defesa já recorreu pedindo a anulação do julgamento", diz o advogado Nélio Machado na nota.
Também na última terça-feira, o advogado de Braz, Renato de Morais, disse que não teve acesso à decisão, mas que pretende recorrer. Segundo ele, houve armação das provas apresentadas pela Polícia Federal no processo que resultou na condenação de Dantas.
Informações da Folha Online
Prefeito suspende jornada de seis horas e férias coletivas dos servidores municipais

Devido à tragédia que atingiu Blumenau nos últimos dias, o prefeito João Paulo Kleinübing tomou duas medidas visando melhorar o atendimento à população. A partir de quinta-feira, 4, os servidores públicos municipais voltam ao horário normal, das 8h às 12h e das 13h30min às 17h30min.
A segunda medida suspende as férias coletivas dos servidores municipais. Estas teriam início no dia 22 de dezembro. O prefeito explica que a situação de calamidade exige que o Poder Público continue presente no dia-a-dia das pessoas, tendo tomado esta decisão para beneficiar quem mais precisa.
Além dos feriados de 25 de dezembro e 1º de janeiro, os servidores terão ponto facultativo nos dias 24 e 31 de dezembro.
Já o cronograma de obras no prédio da Prefeitura será adequado ao horário integral, reduzindo o impacto da reforma no dia-a-dia dos servidores. Desde o dia 27 de outubro, os servidores estavam cumprindo expediente de seis horas devido à reforma.
Do site da Prefeitura de Blumenau
Faltam voluntários para ajudar a separar doações
Sergio Sestrem
reportagemjoinville@gmail.com
O Serviço Social do Comércio (Sesc) e a Central Solidária (localizada no Expocentro Edmundo Doubrawa) precisam de voluntários para ajudar nas montagens dos kits contendo alimentos e produtos de higiene e limpeza que serão doados às famílias atingidas pelas cheias no Estado.
Somente o Sesc de Joinville investiu R$ 455 mil na compra de alimentos, produtos de higiene e de limpeza, totalizando aproximadamente 160 toneladas. Na manhã da última quarta-feira (3), a quadra ainda estava lotada de mantimentos e outras mercadorias adquiridas pela instituição.
“Estamos precisando de voluntários para hoje (quarta) e amanhã (quinta), porque nesses dois dias nós temos que concluir todos os kits. Precisamos montar e entregar isso pronto para a Defesa Civil para ser distribuído” afirmou nesta quarta-feira gerente do Sesc em Joinville Manoel Godinho.
“Ontem à noite (terça-feira) trabalhamos até as 3 horas da manhã, recebendo mercadorias e montando os kits, e hoje estamos desde as 8 da manhã e vamos até as 10 da noite trabalhando na montagem. Até quinta-feira (4), queremos entregar tudo pronto. É só distribuir”, completou Godinho.
Já na Central Solidária, que arrecada, seleciona e distribui todas as doações, o movimento de caminhões entrando e saindo é intenso. Cerca de 50 pessoas trabalhavam voluntariamente na manha da última quarta-feira.
“Precisamos de voluntários. No sábado e domingo muita gente veio ajudar, mas durante a semana muitos trabalham e o número reduz sensivelmente. Há empresas que se solidarizaram disponibilizando funcionários para que trabalhem conosco e nos próximos três dias teremos bastante serviço”, comenta a presidente da Associação Joinvilense de Obras Sociais (Ajos), Amanda Pickler.
A maior necessidade, segundo Amanda, é por água, alimentos e produtos de higiene e limpeza. “Pedimos que as pessoas não tragam muita roupa e priorizem alimentos e produtos de higiene, pois as famílias que foram atingidas ainda não têm como guardar essas doações”, assegura.
As doações de roupas ainda se avolumam no local. “Vamos ter que organiza-las para distribuir em outra data. Nossa prioridade é a doação de leite, biscoito, água e alimentos para crianças”, continua a presidente.
Segundo Amanda Pickler, as doações vão para todo o Estado, atendendo todas as cidades atingidas pelas cheias. “Temos voluntários da Defesa Civil em cada cidade que estão recebendo os kits prontos e fazendo as distribuições”, completa.
reportagemjoinville@gmail.com
O Serviço Social do Comércio (Sesc) e a Central Solidária (localizada no Expocentro Edmundo Doubrawa) precisam de voluntários para ajudar nas montagens dos kits contendo alimentos e produtos de higiene e limpeza que serão doados às famílias atingidas pelas cheias no Estado.
Somente o Sesc de Joinville investiu R$ 455 mil na compra de alimentos, produtos de higiene e de limpeza, totalizando aproximadamente 160 toneladas. Na manhã da última quarta-feira (3), a quadra ainda estava lotada de mantimentos e outras mercadorias adquiridas pela instituição.
“Estamos precisando de voluntários para hoje (quarta) e amanhã (quinta), porque nesses dois dias nós temos que concluir todos os kits. Precisamos montar e entregar isso pronto para a Defesa Civil para ser distribuído” afirmou nesta quarta-feira gerente do Sesc em Joinville Manoel Godinho.
“Ontem à noite (terça-feira) trabalhamos até as 3 horas da manhã, recebendo mercadorias e montando os kits, e hoje estamos desde as 8 da manhã e vamos até as 10 da noite trabalhando na montagem. Até quinta-feira (4), queremos entregar tudo pronto. É só distribuir”, completou Godinho.
Já na Central Solidária, que arrecada, seleciona e distribui todas as doações, o movimento de caminhões entrando e saindo é intenso. Cerca de 50 pessoas trabalhavam voluntariamente na manha da última quarta-feira.
“Precisamos de voluntários. No sábado e domingo muita gente veio ajudar, mas durante a semana muitos trabalham e o número reduz sensivelmente. Há empresas que se solidarizaram disponibilizando funcionários para que trabalhem conosco e nos próximos três dias teremos bastante serviço”, comenta a presidente da Associação Joinvilense de Obras Sociais (Ajos), Amanda Pickler.
A maior necessidade, segundo Amanda, é por água, alimentos e produtos de higiene e limpeza. “Pedimos que as pessoas não tragam muita roupa e priorizem alimentos e produtos de higiene, pois as famílias que foram atingidas ainda não têm como guardar essas doações”, assegura.
As doações de roupas ainda se avolumam no local. “Vamos ter que organiza-las para distribuir em outra data. Nossa prioridade é a doação de leite, biscoito, água e alimentos para crianças”, continua a presidente.
Segundo Amanda Pickler, as doações vão para todo o Estado, atendendo todas as cidades atingidas pelas cheias. “Temos voluntários da Defesa Civil em cada cidade que estão recebendo os kits prontos e fazendo as distribuições”, completa.
MPF quer multa de Sonia Abrão

Sonia Abrão (foto acima) falou ao vivo com o seqüestrador e com a adolescente. O Ministério Público Federal pediu indenização de R$ 1,5 milhão (o dinheiro vai para projetos de direitos humanos) pelo fato de a imagem da menor, Eloá, ter sido usada sem autorização judicial.
Além disso, segundo o MP, Sonia interferiu na atividade policial, colocando a vida da adolescente e dos envolvidos na operação em risco. A Rede TV! diz que não foi notificada e que se sente censurada.
Quanto à Globo, que também exibiu entrevista (gravada) feita por Zelda Mello, o ministério diz que enviou um ofício ao RJ, onde fica a sede da emissora. A Record também exibiu entrevista, mas o ministério afirma que não teve conhecimento oficial.
Da Folha on line
Bispo atribui tragédia de Santa Catarina à conivência do município

As mortes durante as chuvas que atingiram Santa Catarina ocorreram porque os governantes fizeram "maquiagem" e "fontes luminosas" nas cidades em vez de priorizar políticas urbanas e planejamento, segundo o bispo da diocese de Blumenau há quatro anos, dom Angélico Sândalo Bernardino (foto acima).
Em entrevista à Folha, ele disse "haver conivência do poder público com especuladores imobiliários", o que resultou na ocupação irregular dos morros onde houve deslizamentos e mortes no Vale do Itajaí.
O prefeito de Blumenau, João Paulo Kleinubing (DEM), e o governador do Estado, Luiz Henrique da Silveira (PMDB), já haviam atribuído à chuva contínua dos últimos quatro meses as causas principais da tragédia na região. Silveira chegara a dizer que as regiões onde houve deslizamentos "nunca foram áreas de risco".
Para o bispo, evitar a repetição do que aconteceu significa inverter prioridades. "Por que há tanto esmero para construir fontes luminosas e maquiar a cidade sem solução para os seus problemas básicos?".
Ao longo dos anos, diz o bispo, os morros da cidade foram sendo ocupados sem planejamento ou fiscalização. "Por que as encostas foram cortadas? Por que o caminho da água que desce pelos morros não foi respeitado e sua vazão prevista?".
O bispo disse que a tomada de ações preventivas ficou mais difícil nas últimas décadas, quando famílias, auxiliadas pelo poder público, passaram a se sentir em situação legal nas áreas de risco. Para o religioso, tudo começou de fato com cobranças oficiais de água e luz.
O secretário do Planejamento Urbano de Blumenau, Walfredo Balistieri, disse que "uma das prioridades" da atual gestão sempre foi fazer "levantamentos de área de risco e trabalhar na regulação fundiária".
Da Agência Folha
MPSC e TCE farão parceria para fiscalizar recursos públicos em auxílio de vítimas das chuvas
O Ministério Público de Santa Catarina e o Tribunal de Contas do Estado vão realizar parceria para a fiscalização dos recursos públicos destinados a auxiliar a população atingida pelas chuvas no Estado.
Nesta quarta-feira (3/12/2008), às 10 horas, representantes do MPSC participarão de uma reunião na sede do TCE para a definição de estratégias para a fiscalização de toda a movimentação financeira das contas-corrente gerenciadas pelo Estado e Prefeituras Municipais.
O dinheiro originado por doações só passa a ser verba pública, e então passível dessa fiscalização, quando depositado numa conta bancária do Estado ou dos municípios.
A parceria institucional, além da fiscalização desses recursos, propiciará outras ações, como o deslocamento de auditores, acompanhados de Promotores de Justiça com atuação na defesa do patrimônio público, aos municípios sedes de Secretarias Regionais das localidades mais atingidas pela catástrofe, para fornecer orientações e esclarecimentos sobre procedimentos legais a serem adotados pelos órgãos públicos.
Aos cidadãos que tiverem dúvidas sobre a credibilidade de campanhas não estatais, o MPSC recomenda que procurem informações junto aos órgãos públicos responsáveis pelo atendimento às vítimas, como a Defesa Civil do Estado (0800-482020) e dos municípios. No site oficial criado pela Defesa Civil para orientar os cidadãos (http://www.desastre.sc.gov.br/) estão indicadas as contas-corrente do Estado, que direcionam os recursos para o Fundo Estadual da Defesa Civil.
O Ministério Público de Santa Catarina não foi contatado por qualquer entidade, empresa ou veículo de comunicação para exercer fiscalização sobre os recursos arrecadados em suas campanhas.
Informação da Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC
Nesta quarta-feira (3/12/2008), às 10 horas, representantes do MPSC participarão de uma reunião na sede do TCE para a definição de estratégias para a fiscalização de toda a movimentação financeira das contas-corrente gerenciadas pelo Estado e Prefeituras Municipais.
O dinheiro originado por doações só passa a ser verba pública, e então passível dessa fiscalização, quando depositado numa conta bancária do Estado ou dos municípios.
A parceria institucional, além da fiscalização desses recursos, propiciará outras ações, como o deslocamento de auditores, acompanhados de Promotores de Justiça com atuação na defesa do patrimônio público, aos municípios sedes de Secretarias Regionais das localidades mais atingidas pela catástrofe, para fornecer orientações e esclarecimentos sobre procedimentos legais a serem adotados pelos órgãos públicos.
Aos cidadãos que tiverem dúvidas sobre a credibilidade de campanhas não estatais, o MPSC recomenda que procurem informações junto aos órgãos públicos responsáveis pelo atendimento às vítimas, como a Defesa Civil do Estado (0800-482020) e dos municípios. No site oficial criado pela Defesa Civil para orientar os cidadãos (http://www.desastre.sc.gov.br/) estão indicadas as contas-corrente do Estado, que direcionam os recursos para o Fundo Estadual da Defesa Civil.
O Ministério Público de Santa Catarina não foi contatado por qualquer entidade, empresa ou veículo de comunicação para exercer fiscalização sobre os recursos arrecadados em suas campanhas.
Informação da Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Carro está abandonado em frente a Ministério há mais de um ano
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A Assessoria de Ministério da Cultura acaba de entrar em contato sobre o veículo Elba, abandonado em frente ao órgão. Segundo o assessor, que conversou com porteiros do prédio, o veículo não é do Ministério da Cultura, sendo possivelmente do Meio Ambiente. “Os seguranças disseram que o carro está ali abandonado faz mais de ano”, disse.
(RW)
Conselho Nacional de Justiça recomenda aos tribunais apoio às vítimas das enchentes de Santa Catarina
Postado por: Rogério Giessel
As vítimas das enchentes em Santa Catarina terão mais um reforço: desta vez do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Por sugestão do conselheiro Jorge Maurique, o CNJ recomenda a todos os tribunais do país que a destinação de recursos, resultantes da aplicação de penas restritivas de liberdade em penas alternativas, como cestas básicas, além de multas e outras sanções pecuniárias em matéria civil, penal ou trabalhista sejam destinadas ao Fundo Estadual de Defesa Civil a fim de auxiliar as vítimas das enchentes na Região. A Recomendação foi aprovada nesta terça-feira (02/12) na sessão plenária do CNJ.
“Nunca houve na nossa história e nós jamais podíamos imaginar ocorrer um desastre como este em um Estado da nossa federação”, disse o conselheiro que é gaúcho de São Luiz de Gonzaga e cidadão honorário de Santa Catarina . Segundo o conselheiro, que é juiz federal da vara de execuções fiscais de Florianópolis, a decisão do CNJ “seria um gesto simbólico e demonstração do compromisso do Conselho Nacional de Justiça com a dor do povo catarinense". Pelo texto da recomendação, os dados bancários do Fundo Estadual são : Banco do Brasil - conta corrente 80.000-7 e agência 3.582-3.
Suspensão de prazos – O CNJ também aprovou a edição de uma portaria que suspende os prazos de processos relacionados a Santa Catarina que tramitam no Conselho até o dia 6 de janeiro do próximo ano. A proposta também foi do conselheiro Jorge Maurique. Durante a sessão, a conselheira Andréa Pachá sugeriu ainda que o CNJ recomende aos Tribunais que divulguem as muitas formas de arrecadação de ajuda às vítimas das enchentes de Santa Catarina.
Sensibilizado com a atual situação do Estado devastado pelas chuvas que já vitimaram 116 pessoas, de acordo com o último número oficial, o conselheiro Jorge Maurique fez, durante a sessão plenária, um relato da situação precária dos catarinenses e das dificuldades pelas quais pessoas e representantes do Poder Judiciário têm passado em virtude das enchentes e desabamentos.
"As perdas em vidas humanas são irreparáveis. Mas há vários locais e fóruns em que os funcionários não podiam chegar. Alguns deles ficaram sem residência ou roupa para trabalhar. No Fórum de Camboriú, o juiz só conseguiu ingressar no prédio de canoa para salvar alguns processos", contou o conselheiro.
Agência CNJ de Notícias
As vítimas das enchentes em Santa Catarina terão mais um reforço: desta vez do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Por sugestão do conselheiro Jorge Maurique, o CNJ recomenda a todos os tribunais do país que a destinação de recursos, resultantes da aplicação de penas restritivas de liberdade em penas alternativas, como cestas básicas, além de multas e outras sanções pecuniárias em matéria civil, penal ou trabalhista sejam destinadas ao Fundo Estadual de Defesa Civil a fim de auxiliar as vítimas das enchentes na Região. A Recomendação foi aprovada nesta terça-feira (02/12) na sessão plenária do CNJ.
“Nunca houve na nossa história e nós jamais podíamos imaginar ocorrer um desastre como este em um Estado da nossa federação”, disse o conselheiro que é gaúcho de São Luiz de Gonzaga e cidadão honorário de Santa Catarina . Segundo o conselheiro, que é juiz federal da vara de execuções fiscais de Florianópolis, a decisão do CNJ “seria um gesto simbólico e demonstração do compromisso do Conselho Nacional de Justiça com a dor do povo catarinense". Pelo texto da recomendação, os dados bancários do Fundo Estadual são : Banco do Brasil - conta corrente 80.000-7 e agência 3.582-3.
Suspensão de prazos – O CNJ também aprovou a edição de uma portaria que suspende os prazos de processos relacionados a Santa Catarina que tramitam no Conselho até o dia 6 de janeiro do próximo ano. A proposta também foi do conselheiro Jorge Maurique. Durante a sessão, a conselheira Andréa Pachá sugeriu ainda que o CNJ recomende aos Tribunais que divulguem as muitas formas de arrecadação de ajuda às vítimas das enchentes de Santa Catarina.
Sensibilizado com a atual situação do Estado devastado pelas chuvas que já vitimaram 116 pessoas, de acordo com o último número oficial, o conselheiro Jorge Maurique fez, durante a sessão plenária, um relato da situação precária dos catarinenses e das dificuldades pelas quais pessoas e representantes do Poder Judiciário têm passado em virtude das enchentes e desabamentos.
"As perdas em vidas humanas são irreparáveis. Mas há vários locais e fóruns em que os funcionários não podiam chegar. Alguns deles ficaram sem residência ou roupa para trabalhar. No Fórum de Camboriú, o juiz só conseguiu ingressar no prédio de canoa para salvar alguns processos", contou o conselheiro.
Agência CNJ de Notícias
Veículo do governo é abandonado em frente a Ministério
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Funcionário público usa veículo de ministério inclusive nos finais de semana
Veículo público deve ser usado para os fins que o nome sugere. É lei. No entanto, não é isso que vemos nas ruas de Brasília. Não só nas ruas, mas nos estacionamentos de prédios residenciais. Do Ministério da Ciência e Tecnologia – MCT, um funcionário usa o carro público como transporte particular. Isso não só nos dias úteis, mas também nos finais de semana. Fato verificado pela reportagem, em pelo menos três meses, todos os dias úteis ou não, o Celta branco, placas JHC 8243, do MCT, é usado para que o funcionário vá pernoitar em seu apartamento na SQN 404, bloco K.
Não bastasse o uso do bem público para finalidade particular, um outro caso é ainda mais estranho. Trata-se de uma Fiat Elba, placas JFK 4290, que não é usado para fins particulares, mas está abandonado a três meses em frente ao Ministério da Cultura.
Em levantamento feito pela reportagem junto ao Detran, verificou-se que o Celta usado pelo funcionário do MCT está em nome de uma financiadora. Porém, a placa de propaganda esclarece a origem do veículo. Já o Fiat Elba abandonado não tem placa do governo, mas o Detran confirmou que está em nome do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD. Ou seja, uso indevido, ou pelo menos mal uso, de dinheiro público.
Outro lado
O outro lado dessa história não foi possível escrever. No Ministério da Cultura, a assessoria diz que vai tentar descobrir o motivo do abandono e ver se realmente o carro é usado para prestar serviços àquele ministério. Segundo o assessor que nos atendeu, o carro pode ser também de outro ministério, como o do Meio Ambiente, que fica no mesmo prédio.
Sobre o veículo Celta, flagrado em uso particular, a reportagem tentou entrar em contato com o MCT pelo telefone 3316-2365, divulgado no site oficial, no entanto, ninguém atendeu.
Ricardo Wegrzynovski
Gazeta de Joinville / Brasília
Setor imobiliário passará por forte concentração, avalia empresário
Em entrevis ao jornal Folha de São Paulo, o presidente e sócio-fundador da incorporadora e imobiliária Abyara, Celso Minoru Tokuda, 51, diz acreditar que o setor passará por forte concentração nos próximos anos, a ponto de só a metade das atuais vinte construtoras listadas na Bovespa restar. O movimento, contudo, não deve ser liderado por incorporadoras, mas sim por bancos, que formariam pools de incorporadoras hoje em crise.
A própria Abyara está cotada para participar desse processo. Tokuda não nega a possibilidade de venda como forma “adquirir musculatura” e crescer.
Renato Essenfelder.
Leia a seguir trechos da entrevista com Celso Minoru Tokuda, que recebeu a folha de São Paulo três horas em seu escritório na capital paulista – segundo ele, em seu primeiro relato detalhado à imprensa.
FOLHA – O setor viveu um boom de crescimento nos últimos anos e agora enfrenta uma grave crise. Como o senhor acompanhou esse processo?
CELSO MINORU TOKUDA – O Brasil não viveu plenamente o ciclo virtuoso do mercado imobiliário como muito outros países: México, Espanha, Chile. Nós efetivamente não vivemos essa euforia. O que vivemos foi que saímos de uma base de comparação muito pequena, de um mercado muito restrito ao eixo Rio-São Paulo, com o restante do praticamente inexplorado.
Então esse movimento de crescimento foi brusco, e os insumos e os insumos e a questão logística não estando prontos para ele.
FOLHA – Mas as empresas tiveram forte valorização na Bolsa em 2007.
TOKUDA – [A alta foi] extraordinária, muito em razão da abertura de capital, dos IPOs. As empresas formaram “landbanks” [banco de terrenos] e buscaram negócios, preparam-se para lançar esses empreendimentos.
FOLHA – Diante da crise, o governo brasileiro deveria socorrer as empresas do setor?
TOKUDA – A contribuição do governo é estabelecer uma política habitacional e convidar os atores desse processo para um grande debate.
FOLHA – Mas não prestar auxílio financeiro direto às empresas?
TOKUDA – Nesse sentido, não. Enquanto não houver esse grande planejamento de política habitacional, os bancos estão certos [em apartar o credito].
FOLHA – Que medidas a Abyara tomou para aumentar sua liquidez?
TOKUDA – Um processo de “downsinzing”, com redução de 40% da folha de pagamento. Como medidas administrativas, fechamos escritórios na Bahia, no Rio e em Porto Alegre. Houve contenção de gasto e reprogramação de lançamentos.
FOLHA – Quantos lançamentos foram suspensos?
TOKUDA – Mais ou menos R$ 1,1 bilhão, o que equivaleria a uns 20 lançamentos.
FOLHA – Houve também a venda de parte da corretora Abyara...
TOKUDA – Nós vendemos 51% da corretora [por R$250 milhões à BR Brokers]. Queremos focar na incorporadora.
FOLHA – Qual era, em Janeiro, a projeção de lançamentos no ano?
TOKUDA – Era de R$ 2,2 bilhões de VGV [valor geral de vendas] lançado. Mas nós não lançamos em razão do mercado e de um planejamento adequado. No primeiro semestre [suspendemos] em razão do alto custo em construção. Mais recentemente, pela menor demanda e por uma questão de “cashflow” [fluxo de caixa]
FOLHA – Quais são os planos pra 2009?
TOKUDA - Para avaliar 2009, é muito cedo. Teremos uma leitura mais clara a partir do segundo trimestre do ano. Mas operacionalmente a companhia foi muito bem. No ano passado, lançamos R$ 1,159 bilhão, tivemos R$ 1,350 bilhão de recebíveis, fizemos com que a imobiliária apresentasse crescimento de 80% em 2007.
FOLHA – E onde está o gargalo?
TOKUDA – A operação é de sucesso, mas houve um descasamento muito grande no “cashflow”.
Todos Criticaram a agressividade da nossa empresa, mas essa agressividade fez com que nós saíssemos de 8 [valor da ação março de 2007, após um desdobramento] e fossemos a R$ 37. O “landbank” somava 10 bilhões no ano passado. O que deveríamos ter feito era um movimento de “follow one” [nossa emissão de ações]. Não fizemos. Em novembro ensaiamos um “follow one” quando a nossa companhia ainda não estava a R$23 [a ação]. Poderíamos ter vendido a imobiliária em 2007, era um ativo muito interessante. Com a venda da imobiliária mais o “follow one”, teríamos caixa.
FOLHA – Em que momento começaram as dificuldades?
TOKUDA – No começo do ano, quando os mercados se fecharam. Tanto é que a grande parte da nossa divida é fruto de um empréstimo voltado para o “follow one”, ficamos com a divida. Era um movimento fundamental para a com a companhia. Nós não fizemos.
FOLHA – Por quê?
TOKUDA – Porque não houve consenso entre os sócios.
FOLHA – O senhor se questiona se a Abyara foi agressiva demais?
TOKUDA – A agressividade foi necessária na medida em que fizemos um IPO com captação muito baixa [R$ 123 milhões]. Os bancos de investimento nos disseram que nós seríamos a quarta companhia do setor a fazer IPO e que não haveria mais espaço. Na seqüência, houve 20 empresas fazendo IPOs...
Além disso, nosso modelo estava muito voltado às parcerias. Recebíamos de 10% a 30% dos projetos em troca do trabalho de inteligência mercadológica que prestávamos. Na medida em que as incorporadoras foram incentivadas a formar “landbank”, o preço dos terrenos, principalmente no eixo Rio-SP, passou a patamares proibitivos. Fomos buscar bons negócios em outras praças. Encontramos mercados desassistidos. A agressividade foi necessária naquele momento. Saímos de um modelo híbrido de imobiliária e incorporadora. Esse modelo se mostrou viável nesses primeiros seis meses, depois do IPO dessas incorporadoras todas, não.
FOLHA – De que maneira os outros IPOs afetaram a Abyara?
TOKUDA – Nós não conseguíamos mais a participação de até 30% nos empreendimentos, porque o apetite por negócios nessas incorporadoras cresceu muito, e elas estavam adquirindo terrenos a preços proibitivos para alcançar um bom IPO.
As incorporadoras passaram a dificultar a nossa participação – não conseguíamos entrar em alguns projetos, em outros não acreditávamos por causa do insumo proibitivo, que geraria preço final de venda muito perigoso. Boa parte desses projetos será lançado agora.
FOLHA – E o que vai acontecer?
TOKUDA – O preço será mais alto. Há risco de os preços não serem mais compatíveis com a realidade de renda dos clientes.
FOLHA – O setor imobiliário ficará mais concentrado após a crise?
TOKUDA – No âmbito das empresas listadas, nós teremos um processo de consolidação após a crise?
FOLHA – Em 2010 ou 2011, quantas das vinte empresas hoje listadas existirão na Bolsa?
TOKUDA – Teremos um movimento razoável de consolidação. Talvez 10 ou 12 companhias [restem]; empresas cotadas abaixo do valor patrimonial são candidatas à consolidação.
FOLHA – A Abyara está a venda?
TOKUDA – Todas as empresas listadas do setor estão se conversando, buscando musculatura para fazer frente a esse cenário de interregno que é o ano de 2009 e estarem preparadas para esse ciclo virtuoso de crescimento a partir de 2010 e 2011. Estamos abertos a conversas.
FOLHA – Incorporadoras maiores, como Cyrela e Gafisa, são candidatas a ir às compras?
TOKUDA – Acho que as grandes incorporadoras tem outras preocupações hoje. Acredito que esse movimento de consolidação deve seguir um modelo que fuja do clássico. Talvez um “player” com perfil financeiro venha formar uma plataforma reunindo vários incorporadoras, pequenas e médias.
FOLHA – Caiu a demanda por lançamentos?
TOKUDA – Neste momento, sim. O mercado de lançamentos está muito receoso.
A própria Abyara está cotada para participar desse processo. Tokuda não nega a possibilidade de venda como forma “adquirir musculatura” e crescer.
Renato Essenfelder.
Leia a seguir trechos da entrevista com Celso Minoru Tokuda, que recebeu a folha de São Paulo três horas em seu escritório na capital paulista – segundo ele, em seu primeiro relato detalhado à imprensa.
FOLHA – O setor viveu um boom de crescimento nos últimos anos e agora enfrenta uma grave crise. Como o senhor acompanhou esse processo?
CELSO MINORU TOKUDA – O Brasil não viveu plenamente o ciclo virtuoso do mercado imobiliário como muito outros países: México, Espanha, Chile. Nós efetivamente não vivemos essa euforia. O que vivemos foi que saímos de uma base de comparação muito pequena, de um mercado muito restrito ao eixo Rio-São Paulo, com o restante do praticamente inexplorado.
Então esse movimento de crescimento foi brusco, e os insumos e os insumos e a questão logística não estando prontos para ele.
FOLHA – Mas as empresas tiveram forte valorização na Bolsa em 2007.
TOKUDA – [A alta foi] extraordinária, muito em razão da abertura de capital, dos IPOs. As empresas formaram “landbanks” [banco de terrenos] e buscaram negócios, preparam-se para lançar esses empreendimentos.
FOLHA – Diante da crise, o governo brasileiro deveria socorrer as empresas do setor?
TOKUDA – A contribuição do governo é estabelecer uma política habitacional e convidar os atores desse processo para um grande debate.
FOLHA – Mas não prestar auxílio financeiro direto às empresas?
TOKUDA – Nesse sentido, não. Enquanto não houver esse grande planejamento de política habitacional, os bancos estão certos [em apartar o credito].
FOLHA – Que medidas a Abyara tomou para aumentar sua liquidez?
TOKUDA – Um processo de “downsinzing”, com redução de 40% da folha de pagamento. Como medidas administrativas, fechamos escritórios na Bahia, no Rio e em Porto Alegre. Houve contenção de gasto e reprogramação de lançamentos.
FOLHA – Quantos lançamentos foram suspensos?
TOKUDA – Mais ou menos R$ 1,1 bilhão, o que equivaleria a uns 20 lançamentos.
FOLHA – Houve também a venda de parte da corretora Abyara...
TOKUDA – Nós vendemos 51% da corretora [por R$250 milhões à BR Brokers]. Queremos focar na incorporadora.
FOLHA – Qual era, em Janeiro, a projeção de lançamentos no ano?
TOKUDA – Era de R$ 2,2 bilhões de VGV [valor geral de vendas] lançado. Mas nós não lançamos em razão do mercado e de um planejamento adequado. No primeiro semestre [suspendemos] em razão do alto custo em construção. Mais recentemente, pela menor demanda e por uma questão de “cashflow” [fluxo de caixa]
FOLHA – Quais são os planos pra 2009?
TOKUDA - Para avaliar 2009, é muito cedo. Teremos uma leitura mais clara a partir do segundo trimestre do ano. Mas operacionalmente a companhia foi muito bem. No ano passado, lançamos R$ 1,159 bilhão, tivemos R$ 1,350 bilhão de recebíveis, fizemos com que a imobiliária apresentasse crescimento de 80% em 2007.
FOLHA – E onde está o gargalo?
TOKUDA – A operação é de sucesso, mas houve um descasamento muito grande no “cashflow”.
Todos Criticaram a agressividade da nossa empresa, mas essa agressividade fez com que nós saíssemos de 8 [valor da ação março de 2007, após um desdobramento] e fossemos a R$ 37. O “landbank” somava 10 bilhões no ano passado. O que deveríamos ter feito era um movimento de “follow one” [nossa emissão de ações]. Não fizemos. Em novembro ensaiamos um “follow one” quando a nossa companhia ainda não estava a R$23 [a ação]. Poderíamos ter vendido a imobiliária em 2007, era um ativo muito interessante. Com a venda da imobiliária mais o “follow one”, teríamos caixa.
FOLHA – Em que momento começaram as dificuldades?
TOKUDA – No começo do ano, quando os mercados se fecharam. Tanto é que a grande parte da nossa divida é fruto de um empréstimo voltado para o “follow one”, ficamos com a divida. Era um movimento fundamental para a com a companhia. Nós não fizemos.
FOLHA – Por quê?
TOKUDA – Porque não houve consenso entre os sócios.
FOLHA – O senhor se questiona se a Abyara foi agressiva demais?
TOKUDA – A agressividade foi necessária na medida em que fizemos um IPO com captação muito baixa [R$ 123 milhões]. Os bancos de investimento nos disseram que nós seríamos a quarta companhia do setor a fazer IPO e que não haveria mais espaço. Na seqüência, houve 20 empresas fazendo IPOs...
Além disso, nosso modelo estava muito voltado às parcerias. Recebíamos de 10% a 30% dos projetos em troca do trabalho de inteligência mercadológica que prestávamos. Na medida em que as incorporadoras foram incentivadas a formar “landbank”, o preço dos terrenos, principalmente no eixo Rio-SP, passou a patamares proibitivos. Fomos buscar bons negócios em outras praças. Encontramos mercados desassistidos. A agressividade foi necessária naquele momento. Saímos de um modelo híbrido de imobiliária e incorporadora. Esse modelo se mostrou viável nesses primeiros seis meses, depois do IPO dessas incorporadoras todas, não.
FOLHA – De que maneira os outros IPOs afetaram a Abyara?
TOKUDA – Nós não conseguíamos mais a participação de até 30% nos empreendimentos, porque o apetite por negócios nessas incorporadoras cresceu muito, e elas estavam adquirindo terrenos a preços proibitivos para alcançar um bom IPO.
As incorporadoras passaram a dificultar a nossa participação – não conseguíamos entrar em alguns projetos, em outros não acreditávamos por causa do insumo proibitivo, que geraria preço final de venda muito perigoso. Boa parte desses projetos será lançado agora.
FOLHA – E o que vai acontecer?
TOKUDA – O preço será mais alto. Há risco de os preços não serem mais compatíveis com a realidade de renda dos clientes.
FOLHA – O setor imobiliário ficará mais concentrado após a crise?
TOKUDA – No âmbito das empresas listadas, nós teremos um processo de consolidação após a crise?
FOLHA – Em 2010 ou 2011, quantas das vinte empresas hoje listadas existirão na Bolsa?
TOKUDA – Teremos um movimento razoável de consolidação. Talvez 10 ou 12 companhias [restem]; empresas cotadas abaixo do valor patrimonial são candidatas à consolidação.
FOLHA – A Abyara está a venda?
TOKUDA – Todas as empresas listadas do setor estão se conversando, buscando musculatura para fazer frente a esse cenário de interregno que é o ano de 2009 e estarem preparadas para esse ciclo virtuoso de crescimento a partir de 2010 e 2011. Estamos abertos a conversas.
FOLHA – Incorporadoras maiores, como Cyrela e Gafisa, são candidatas a ir às compras?
TOKUDA – Acho que as grandes incorporadoras tem outras preocupações hoje. Acredito que esse movimento de consolidação deve seguir um modelo que fuja do clássico. Talvez um “player” com perfil financeiro venha formar uma plataforma reunindo vários incorporadoras, pequenas e médias.
FOLHA – Caiu a demanda por lançamentos?
TOKUDA – Neste momento, sim. O mercado de lançamentos está muito receoso.
Forças sindicais entram em confronto em fábrica da GM no RS
Postado por: Rogério Giessel
Dois grupos de sindicalistas entraram em confronto nesta segunda-feira (1) na troca de turno da unidade da General Motors (GM) em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Segundo informações do "Zero Hora", militantes ligados à Força Sindical e à Conlutas trocaram socos, pauladas e pontapés durante uma discussão na tarde de hoje.
Eles entregavam panfletos na volta das férias coletivas que começaram no último dia 12 e terminaram nesta segunda. As duas centrais sindicais já têm histórico de disputa pela influência junto aos trabalhadores da montadora. Dirigentes das duas partes disseram que se dirigiriam a uma delegacia para registrar queixa da briga.
Na próxima semana, inicia-se um novo período de férias coletivas que devem seguir até 4 de janeiro. As paralisações são decorrentes da crise financeira internacional.
Fonte: UOL
Dois grupos de sindicalistas entraram em confronto nesta segunda-feira (1) na troca de turno da unidade da General Motors (GM) em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Segundo informações do "Zero Hora", militantes ligados à Força Sindical e à Conlutas trocaram socos, pauladas e pontapés durante uma discussão na tarde de hoje.
Eles entregavam panfletos na volta das férias coletivas que começaram no último dia 12 e terminaram nesta segunda. As duas centrais sindicais já têm histórico de disputa pela influência junto aos trabalhadores da montadora. Dirigentes das duas partes disseram que se dirigiriam a uma delegacia para registrar queixa da briga.
Na próxima semana, inicia-se um novo período de férias coletivas que devem seguir até 4 de janeiro. As paralisações são decorrentes da crise financeira internacional.
Fonte: UOL
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Fabrica da GM sediada no Rio Grande do Sul, produziu apenas um único dia em novembro, e anunciou novas paralisações.
Postado por: Rogério Giessel
A fábrica da General Motors em Gravataí (RS) teve um único dia de produção em novembro. Dos 20 dias uteis, os funcionários da fábrica pararam 19. Novas paradas estão previstas para todas as unidades da marca no país.
Segundo informou a assessoria de imprensa da montadora, os funcionários da GM em Gravataí voltam ao trabalho na próxima segunda-feira (1º de dezembro) para tão somente uma semana de atividade. Novo período de férias se inicia na sexta-feira (5 de dezembro) e se encerra em 5 de janeiro.
Em mais uma tentativa de ajustar a produção à demanda de mercado, a General Motors anunciou hoje paralisação na fábrica de motores Powertrain em São José dos Campos. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, esta é a quarta vez, em menos de dois meses, que a empresa anuncia férias coletivas na planta de São José.
Um turno da Powertrain deve parar de 15 de dezembro a 5 de janeiro e o outro, de 15 de dezembro a 25 de janeiro.
A partir da próxima segunda-feira também interrompem a atividade as linhas da S10 e Blazer, com férias para 400 funcionários até 23 de dezembro. Eles voltam ao trabalho, contudo, somente em 4 de janeiro, após emendar o recesso de fim de ano (ao qual têm direito, com compensação de horas ao longo do ano). Outros 400 funcionários dessas mesmas linhas de veículos também param de 24 de dezembro a 4 de janeiro.
Na linha Corsa, também em São José dos Campos, 2.500 funcionários pararam por três semanas em novembro. A previsão é que voltem em 8 de dezembro e trabalhem até 24 do mesmo mês.
Já a fábrica de São Caetano (região do Grande ABC) parou os três turnos entre os dias 3 e 17 de novembro, com nova suspensão das atividades Para dezembro, há férias coletivas previstas de 22 a 19 de janeiro.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, a Eaton, do setor de autopeças e fornecedora da GM, também anunciou férias coletivas para o setor de produção. "Os trabalhadores da Eaton ficarão em casa entre os dias 15 de dezembro a 2 de janeiro", informou a entidade.
Esforço de vendas
Além do ajuste de produção para adequar o estoque na fábrica à demanda nas concessionárias, a montadora também está procurando desocupar o pátio com a promoção de "feirões".
Ao longo deste mês, foram realizados duas feiras na fábrica da montadora, em São Caetano, e uma nova deverá ocorreu no fim de semana no Campo de Marte (zona norte de São Paulo). A empresa oferece taxa de juros de 0,99% para Celta e Prisma, com prazo de até 60 meses. Para a linha Vectra, a taxa é zero.
Faturamento
A GM já reduziu a previsão de faturamento para este ano, de US$ 11 bilhões, para US$ 9,5 bilhões em razão do desaquecimento do setor no país.
O presidente da montadora, Jaime Ardila, disse recentemente que a redução é conseqüência da desaceleração das vendas no Brasil e que não tem relação com as dificuldades enfrentadas pela marca nos Estados Unidos. A estimativa é que, no ano, sejam vendidas 575 mil unidades da marca. A empresa é a terceira no ranking de vendas no Brasil, atrás da Fiat e da Volkswagen.
Mercado
Em outubro, a produção de veículos recuou 0,3% ante o mesmo período de 2007, segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). Em relação a setembro, houve queda de 1,3%. A expectativa é que os números negativos se repitam em novembro. O desempenho do setor neste mês deve ser apresentado na próxima segunda-feira.
Segundo apuração da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), houve queda de 11,6% no número de veículos emplacados no país em outubro em relação a setembro. Conforme a entidade, na primeira quinzena deste mês foram emplacados 89.850 veículos, contra 112.557 em igual período de outubro --decréscimo de 20,1%.
Fonte: UOL
A fábrica da General Motors em Gravataí (RS) teve um único dia de produção em novembro. Dos 20 dias uteis, os funcionários da fábrica pararam 19. Novas paradas estão previstas para todas as unidades da marca no país.
Segundo informou a assessoria de imprensa da montadora, os funcionários da GM em Gravataí voltam ao trabalho na próxima segunda-feira (1º de dezembro) para tão somente uma semana de atividade. Novo período de férias se inicia na sexta-feira (5 de dezembro) e se encerra em 5 de janeiro.
Em mais uma tentativa de ajustar a produção à demanda de mercado, a General Motors anunciou hoje paralisação na fábrica de motores Powertrain em São José dos Campos. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, esta é a quarta vez, em menos de dois meses, que a empresa anuncia férias coletivas na planta de São José.
Um turno da Powertrain deve parar de 15 de dezembro a 5 de janeiro e o outro, de 15 de dezembro a 25 de janeiro.
A partir da próxima segunda-feira também interrompem a atividade as linhas da S10 e Blazer, com férias para 400 funcionários até 23 de dezembro. Eles voltam ao trabalho, contudo, somente em 4 de janeiro, após emendar o recesso de fim de ano (ao qual têm direito, com compensação de horas ao longo do ano). Outros 400 funcionários dessas mesmas linhas de veículos também param de 24 de dezembro a 4 de janeiro.
Na linha Corsa, também em São José dos Campos, 2.500 funcionários pararam por três semanas em novembro. A previsão é que voltem em 8 de dezembro e trabalhem até 24 do mesmo mês.
Já a fábrica de São Caetano (região do Grande ABC) parou os três turnos entre os dias 3 e 17 de novembro, com nova suspensão das atividades Para dezembro, há férias coletivas previstas de 22 a 19 de janeiro.
Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, a Eaton, do setor de autopeças e fornecedora da GM, também anunciou férias coletivas para o setor de produção. "Os trabalhadores da Eaton ficarão em casa entre os dias 15 de dezembro a 2 de janeiro", informou a entidade.
Esforço de vendas
Além do ajuste de produção para adequar o estoque na fábrica à demanda nas concessionárias, a montadora também está procurando desocupar o pátio com a promoção de "feirões".
Ao longo deste mês, foram realizados duas feiras na fábrica da montadora, em São Caetano, e uma nova deverá ocorreu no fim de semana no Campo de Marte (zona norte de São Paulo). A empresa oferece taxa de juros de 0,99% para Celta e Prisma, com prazo de até 60 meses. Para a linha Vectra, a taxa é zero.
Faturamento
A GM já reduziu a previsão de faturamento para este ano, de US$ 11 bilhões, para US$ 9,5 bilhões em razão do desaquecimento do setor no país.
O presidente da montadora, Jaime Ardila, disse recentemente que a redução é conseqüência da desaceleração das vendas no Brasil e que não tem relação com as dificuldades enfrentadas pela marca nos Estados Unidos. A estimativa é que, no ano, sejam vendidas 575 mil unidades da marca. A empresa é a terceira no ranking de vendas no Brasil, atrás da Fiat e da Volkswagen.
Mercado
Em outubro, a produção de veículos recuou 0,3% ante o mesmo período de 2007, segundo dados da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). Em relação a setembro, houve queda de 1,3%. A expectativa é que os números negativos se repitam em novembro. O desempenho do setor neste mês deve ser apresentado na próxima segunda-feira.
Segundo apuração da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), houve queda de 11,6% no número de veículos emplacados no país em outubro em relação a setembro. Conforme a entidade, na primeira quinzena deste mês foram emplacados 89.850 veículos, contra 112.557 em igual período de outubro --decréscimo de 20,1%.
Fonte: UOL
Senado: enquanto 1 trabalha, 8 ....
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Ouvimos falar em cabide de emprego em órgãos do governo. Alguns casos chegam a ser hilários, pode não ser um cabidão, com altos salários, mas chega a ser engraçado. Vamos ser otimistas e crer que realmente seja preciso os nove que aparecem na foto para o trabalho desenvolvido. Hoje (1) a tarde, enquanto um trabalhador apertava um parafuso num elevador usado pelos senadores, pasmem, outros 8 – oito mesmo podem contar – olhavam. Analisando a foto vemos que enquanto um apertava o parafuso, mais dois davam palpite ao seu lado, mais atrás outro grupo de três apontava, discutindo a melhor forma para arrumar o elevador, e ainda mais atrás outros quatro aguardavam a vez.
Ricardo Wegrzynovski
Gazeta de Joinville / Brasília
Detentos de Joinville doam marmitas a desabrigados de Santa Catarina
Os detentos da Penitenciária Industrial de Joinville, na região norte de Santa Catarina, decidiram participar do grande mutirão nacional de solidariedade pelos atingidos pelas chuvas no estado.
A partir de hoje (1º), cerca de 270 dos 360 detentos do presídio farão doação de marmitas do jantar aos desabrigados. Os presos preparam a refeição sob a supervisão de uma nutricionista e de duas cozinheiras. O fornecimento da comida será terceirizado e a empresa utilizará a mão-de-obra dos detentos.
A assessoria de comunicação do governo do estado de Santa Catarina informou que a idéia partiu dos próprios presos.
Agencia Brasil
A partir de hoje (1º), cerca de 270 dos 360 detentos do presídio farão doação de marmitas do jantar aos desabrigados. Os presos preparam a refeição sob a supervisão de uma nutricionista e de duas cozinheiras. O fornecimento da comida será terceirizado e a empresa utilizará a mão-de-obra dos detentos.
A assessoria de comunicação do governo do estado de Santa Catarina informou que a idéia partiu dos próprios presos.
Agencia Brasil
Lula diz que SC ainda pode ser reconstruída e voltar a ser pujante
Ao comentar a tragédia que atingiu Santa Catarina, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (1º) que o estado ainda pode ser reconstruído e voltar a ser “pujante” como era antes das enchentes que provocaram deslizamentos de terra e alagamentos.
No programa semanal Café com o Presidente, Lula destacou que o momento é de “dor profunda” para o povo catarinense, mas lembrou o poder da solidariedade dos brasileiros.
“Não podemos perder a esperança. Temos que ter a convicção de que a gente vai reconstruir o estado de Santa Catarina. Há uma solidariedade nacional jamais vista na história do país”, disse, referindo-se às doações.
Até o momento, somam mais de 880 toneladas apenas em alimentos. Também foram distribuídos cerca de 1 milhão de litros de água e 60 toneladas de roupas, além de brinquedos e material de limpeza e de higiene pessoal. Até o final da última sexta-feira (28), as contas bancárias abertas para receber doações em dinheiro contabilizavam R$ 3,6 milhões.
A Defesa Civil de Santa Catarina já confirmou 114 mortes, a maioria, por soterramento, 78.707 pessoas estão desabrigadas e desalojadas e 19 permanecem desaparecidas.
“Lamentavelmente, para nossa tristeza, a única coisa que a gente não pode recuperar é a vida das pessoas que morreram soterradas”, disse o presidente.
Agência Brasil
No programa semanal Café com o Presidente, Lula destacou que o momento é de “dor profunda” para o povo catarinense, mas lembrou o poder da solidariedade dos brasileiros.
“Não podemos perder a esperança. Temos que ter a convicção de que a gente vai reconstruir o estado de Santa Catarina. Há uma solidariedade nacional jamais vista na história do país”, disse, referindo-se às doações.
Até o momento, somam mais de 880 toneladas apenas em alimentos. Também foram distribuídos cerca de 1 milhão de litros de água e 60 toneladas de roupas, além de brinquedos e material de limpeza e de higiene pessoal. Até o final da última sexta-feira (28), as contas bancárias abertas para receber doações em dinheiro contabilizavam R$ 3,6 milhões.
A Defesa Civil de Santa Catarina já confirmou 114 mortes, a maioria, por soterramento, 78.707 pessoas estão desabrigadas e desalojadas e 19 permanecem desaparecidas.
“Lamentavelmente, para nossa tristeza, a única coisa que a gente não pode recuperar é a vida das pessoas que morreram soterradas”, disse o presidente.
Agência Brasil
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