O juiz Renato Roberge perguntou ao médico João Koerich se antes de fazer a necropsia ele já sabia que se tratava de uma vítima com suspeita de abuso sexual. O médico respondeu que sim. Segundo ele, o IML já havia adiantado algumas informações.
E disse que não usaria o termo violência sexual para o caso, e sim ato libidinoso.
Muitas das perguntas não foram respondidas antecipadamente pelo médico, por isso ele está fazendo agora no tribunal do júri.
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