A médica afirmou ao advogado Norberto da Silva Gomes que se enganou quando grafou em seu laudo “dilacerado” – em referência ao anus da menina – por “dilatado”.
“Eu disse: Olha, como esse ânus está dilatado e não pára de sair fezes. Eu me enganei e escrevi dilacerado", relatou a médica.
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